O lutador Tommy Gantt fará sua estreia no UFC neste sábado, 15 de maio de 2026, contra Artur Minev, em um combate peso leve no evento UFC Fight Night, no Meta APEX, em Las Vegas.
Gantt, de 33 anos, conquistou sua vaga no UFC pelo programa Dana White’s Contender Series (DWCS). Em pouco mais de dois anos de carreira profissional no MMA, ele acumulou 11 vitórias e um no contest em 12 lutas. O lutador, que competiu na luta universitária pela North Carolina State University, destacou que precisou acelerar seu aprendizado para diminuir a diferença de experiência com os adversários.
“Eu comecei tarde no esporte porque lutei por muito tempo. Tive que fechar essa lacuna de experiência e habilidade com os caras que estou enfrentando”, disse Gantt. “Quando você chega às grandes ligas, toda luta é difícil, todos são bons, e você precisa ser completo e refinado. Sinto que estou lá agora.”
O ex-campeão do UFC em duas divisões, Daniel Cormier, tem sido uma influência importante na preparação de Gantt. Cormier, que também fez a transição da luta olímpica para o MMA mais tarde, atua como treinador e mentor no The Academy, em Gilroy, Califórnia. Gantt descreveu Cormier como exigente nos treinos, sempre pedindo mais esforço dos atletas.
“Ele faz muito por nós. É treinamento, estilo de vida, mentoria”, afirmou Gantt. “Mas quando entramos no treino, a chave vira. É trabalho, trabalho, trabalho. Não tenho um bom dia se estou ouvindo o que ouço. Tive provavelmente dois bons dias no campo de treinamento, e isso é bom porque, quando luto, aparece.”
O estreante também teve que lidar com uma mudança de adversário nos últimos dias. Originalmente, ele enfrentaria Trey Ogden, que se retirou devido a uma lesão. Gantt foi então escalado para lutar contra Minev. Para ele, a situação é familiar, já que em torneios de luta olímpica os oponentes mudam constantemente.
“Não muda nada para mim, cara. Eu gosto de lutar, sou um lutador, e é o que vai acontecer no sábado, independentemente de quem é o adversário”, afirmou.
Sobre seu estilo na luta, Gantt disse que seu objetivo não é apenas nocautear o oponente, mas sim “quebrar a vontade” dele. “Quem estiver do outro lado, quero tirar a alma dele. Quero pegar sua vontade e quebrá-lo mentalmente. Essa é a única maneira de ficar satisfeito como competidor.”
