Total Eclipse of the Heart – Impressões Passionais de Eclipse
Praqueles que disseram que Eclipse é “o melhor filme dos três”, eu pergunto: quais foram os outros dois que vocês assistiram? Porque, pra mim, Eclipse não funcionou em momento algum. Vou deixar a imparcialidade de lado e ficar um pouco mais passional; gostei bastante dos dois primeiros filmes, e devo ser o único não-twiharder a admitir isso. E enquanto todo mundo dizia que Eclipse era o melhor livro, eu não o suportei ler integralmente e, no final, já estava só passando o olho pelos parágrafos para ver se não perdia nada muito importante e partia para a próxima página (mas ainda assim foi uma surpresa ver Leah se transformando em lobisomem enquanto lia Amanhecer; não lembrava desse detalhe).
Lua Nova não tem razão para existir, é só sofrimento, mas não tem Edward em 80% do filme e a trilha sonora é espetacular, então vale a pena. E o ar indie de fotografia escura e azulada do “primogênito”, combinado com a também sensacional trilha sonora liderada por Paramore, não me deixa cansar de assistir a Crepúsculo. E eu realmente tentei encontrar um bright side em toda aquela palhaçada que assisti em Eclipse, mas não encontrei nada que tirasse o amargo gosto da decepção da minha boca.
A melhor coisa dos filmes da série é a trilha sonora, e dessa vez nem isso funcionou. Frente à depressiva (e ainda assim ótima) trilha de Lua Nova, a de Eclipse é quase uma ode à felicidade, mas ainda assim não deu certo. A coletânea presente no CD é boa (Florence + the Machine, Muse e Band of Horses. Não preciso falar mais nada.), mas só umas duas não parecem completamente deslocadas em cena. Parece que Alexandra Patsavas – responsável pelas trilhas dos filmes anteriores e de séries como The OC, Grey’s Anatomy e Supernatural – colocou o Ipod no shuffle e simplesmente jogou aquilo que ouviu primeiro.
E sério, com todo o sucesso da série, todo o dinheiro que eles devem gerar, ainda fazem uma cena como aquela da neve no final? David Slade nunca usou chroma key na vida?
Melissa Rosemberg, a milagreira que conseguiu espremer os arrastadíssimos livros de Stephenie Meyer e fazer dois filmes bem “assistíveis”, perdeu o rumo de casa. Eclipse é cansativo e repetitivo demais. De um lado, temos Edward pedindo Bella em casamento em 90% de suas cenas. De outro, Bella, incrivelmente ainda mais deprimida do que nos filmes anteriores, insiste em ser transformada em 80% das suas. E ainda de um outro lado, tem o Jacob dizendo ser melhor do que Edward toda vez que abre a boca. Assim não dá pra ser feliz.
E todo mundo dizia que Eclipse ia ter mais ação. Pra quem esperava uma boa cena de guerra entre os Vampiros do Bem & Lobisomens vs. Recém-criados, aqueles cinco minutos foram bem fail. Bryce Dallas Howard é digna, mas não tem a cara de malévola da Rachelle Lefevre. Mas Rachelle, super famosa, quebrou contrato com a Summit pra gravar uma comédia super boa e nada flopada só com atores bem famosos e cheios de sucesso. Er.
A repressão mórmon de Meyer e sua oposição ao sexo antes do casamento – ainda mais uma coisa tão freak quanto o coito entre um vampiro e uma humana – ficam ainda mais insuportáveis quando os personagens só falam nisso, e em como o ato seria horrível e mágico e ruim e maravilhoso. Quase uma versão sobrenatural de The Secret Life of the American Teenager, de acordo com o site da revista Time.
Ou seja, o filme não levou a nada, não avançou história nenhuma e não teve nenhuma reviravolta digna de menção. As atuações não convenceram, os vilões também não e os efeitos muito menos. Foi mais trash do que o normal, mas bem longe daquele trash que vira cult. Se o pessoal superar as crepusculetes que enchem salas de cinema com seus gritos estridentes cada vez que Taylor Lauter tira a camiseta e conseguir enxergar além do preconceito, o primeiro filme até tem alguns dos atributos necessários para alcançar tal status. Mas depois o negócio ficou comercial demais e Eclipse passa longe de ser cultuado por tribos alternativas. Só pelas crepusculetes.




Eu sei que eu já disse isso, mas eu concordo.
ah seila, eu li os livros e ainda assim achei eclipse o melhor filme. Eu não acho os filmes tudo isso, crepúsculo, eu achei parado demais, e os efeitos não me impressionaram, robert pattinson simplesmente acabou com a minha visão do edward, não acredito que ele atue bem; lua nova, concordo com voce, só tem draminha da Bella sem o namoradinho e vai se jogar encima do Jacob e pa; eclipse; pra mim aconteceu bastante ação, pelo menos mais que os outros filmes e eu simplesmente adorei o exército dos recém-criados, encheu o saco mesmo aquela repetição do pedido de casamento, de que a Bella quer virar vampira e que o Jacob é melhor pra ela, mas o livro é assim, fazer o que.Acho que essa saga foi feita para as menininhas que ainda sonham com o príncipe encantado perfeito que quer te proteger a amada e tals, simplesmente não é um filme pros garotos que curtem uma ação e uma morte bem organizada. Foi só pra colocar atores “bonitinhos” que concerteza conquistarão as meninas desesperadas, conseguindo grande sucesso na bilheteria.
Eu sou um fã fanatico pelo Sem Tedio. E tenho que falar que cada comentario de vocês, eu perco o Tedio mesmo! Mais agora vamos ao Assunto principal.Hoje, no dia 3, assisti o filme Eclipse, e sendo como uma pessoa que adora cinema, posso dizer que o filme, correspondeu as minhas expectativas!Mais também, não é assim essas coisas como muitas pessoas acham! Geralmente o filme, não corresponde ao livro, mais esse no caso, ficou bem parecido! Apesar de ser um filme bom, ainda não foi lançado um filme tão bom quando o Crepúsculo.
Obrigado pela atenção! Continuem assim, pois vocês estão maravilhosamente bem!