Idas e Vindas do Amor – Muito Açúcar na Telona

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O que esperar de um filme cujo título original é Valentine’s Day (Dia dos Namorados, em inglês) e que estreou no Valentine’s Day? Sugar, and more sugar, of course…

Pois Idas e Vindas do Amor (o nome em português) é mais um filme simplista, sem inovações dramáticas ou técnicas, rasinho, daqueles pra sentar e assistir sem maiores pretensões. A história começa com um Ashton Kutcher menos bobo do que em comédias românticas e filmes-besteirol anteriores – o que já é uma grande vantagem – pedindo a personagem de Jessica Alba em casamento na manhã do Dia dos Namorados. Doce, doce…

Ao mesmo tempo, sua melhor amiga – Jennifer Garner – é acordada pelo namorado médico, que não vai poder comemorar a data com ela. Enquanto a melhor amiga dela organiza uma festa para solteiros que não tem o
que comemorar no Dia dos Namorados.

Acompanhamos também um casal que trabalha numa mesma empresa em início de namoro, e outro casal, já maduro, prestes a completar novas bodas, terem suas relações abaladas por segredos que vêm à luz.

E temos Julia Roberts acordando nos braços do charmoso Bradley Cooper durante um vôo, ponto de partida para que eles se conheçam melhor…

Todas as histórias se cruzam, mesmo alguns personagens que parecem soltos, fazem sentido ao longo do filme. Embora Idas e Vindas do Amor até tente fugir um pouco do lugar comum, para o público acostumado a
comédias românticas, boa parte dos desdobramentos é totalmente previsível. Ainda assim, não chega a ser tempo perdido assistir mais essa. Afinal, como em qualquer narrativa, por mais simples que seja, é quase sempre possível captar algumas lições válidas para a vida real.