Assista Primeiro Trailer de Amanhecer: Parte 2

Trailer Amanhecer Assista Primeiro Trailer de Amanhecer: Parte 2

Alguns meses  após o lançamento de Amanhecer – Parte 1, os fãs de Crepúsculo finalmente puderam ter uma amostra do segundo volume do filme. O primeiro trailer de Breaking Dawn 2 foi divulgado na manhã desta segunda-feira, 26 de março.

Embora conte com menos de um minuto de duração, o vídeo permite ver um pouco da protagonista Bella após sua transformação iniciada no longa anterior. E de acordo com a atriz MyAnna Buring, intérprete de Dilani Tanya, as mudanças na jovem vampira prometem surpreender. “Ela é maravilhosa. É bizarro, você não imagina que ela pode ficar ainda mais maravilhosa, então ela se torna vampira e fica ainda mais estonteante“, declarou, ao falar sobre a colega de elenco.

Com seu lançamento marcado para o dia 16 de novembro no Brasil, o filme vai chegar por aqui com o título ’A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2. Inicialmente, a distribuidora responsável por sua divulgação havia considerado colocar o subtítulo “Final”, contudo, acabou voltando ao nome original. Há algumas semanas, o estúdio que produz o filme revelou que essa pode não ser a conclusão da história, talvez influenciando nesta decisão.

Mas, enquanto ainda é cedo para saber se a trama de Bella e Edward pode ir além dos livros, confira o trailer inédito abaixo:

Divulgada Primeira Imagem de Bella e Edward em Amanhecer: Parte 2

Bella Edward Divulgada Primeira Imagem de Bella e Edward em Amanhecer: Parte 2

Após um longo período de expectativas para os fãs de Crepúsculo, a primeira imagem oficial da segunda parte do filme Amanhecer foi divulgada. A foto mostra o protagonista Edward e sua agora esposa, Bella.

Sem mostrar o rosto da jovem, a imagem promocional foi liberada pelo perfil oficial da história no Twitter, tomando cuidado para não mostrar muitos detalhes da versão pós vampira da personagem. No entanto, para aqueles que desejam saber mais sobre o próximo longa, a novidade é que o 1º trailer da trama será divulgado daqui duas semanas. O vídeo de apresentação de Breaking Dawn II será exibido durante a premiere de Jogos Vorazes, também uma das produções mais aguardadas do ano.

Com seu lançamento marcado para o dia 16 de novembro nos EUA, Amanhecer: Parte 2 deveria encerrar o enredo de Crepúsculo nos cinemas, assim como aconteceu nos livros de Stephanie Meyer. Contudo, recentemente, o estúdio responsável pela história revelou que existe a chance de novos filmes serem produzidos.

Diretora Achou Primeiro Roteiro de Crepúsculo Horrível

Catherine Twilight e1328736108447 Diretora Achou Primeiro Roteiro de Crepúsculo Horrível

Faltando poucos meses para exibir o (talvez) último filme de sua franquia, Crepúsculo demorou a convencer a diretora do primeiro longa. Em entrevista recente, Catherine Hardwicke revelou que os primeiros esboços da adaptação eram muito ruins.

Para ela, o que acabou a convencendo a levar o filme adiante foi o desafio. Cada um daqueles roteiros eram uma porcaria. Oh, Deus, eram horríveis. Achei que era horrível, mas então, pesquisei na internet e pensei, ‘Ok, é baseado em um livro e as pessoas costuma gostar. Deve ter alguma coisa aí”, disse à revista Volture. “Então eu li o livro e achei que ele falava sobre o sentimendo de estar loucamente apaixonado“, que foi justamente o que a motivou a não desistir do projeto, já que parecia desafiante tentar transmitir isso para as telas.

Acreditando ter conseguido fazer isso da melhor maneira, a diretora tem apenas uma espécie de arrependimento. Os protagonistas Robert Pattinson e Kristen Stewart se envolveram durante as gravações e começaram a namorar. No entanto, na época a atriz tinha um relacionamento com Michael Angarano, a quem Catherine se diz fã, tendo ficado triste pelo fim do casal.

Saga Crepúsculo Pode Ganhar Mais Filmes

1 Saga Crepúsculo Pode Ganhar Mais Filmes

Stephanie Meyer pode até ter encerrado a saga Crepúsculo em seu quarto livro, no entanto, sua história vampiresca pode ganhar uma vida mais longa no cinema. Pelo menos é o que acredita Jon Feltheimer, chefe da Lionsgate, estúdio que comprou a Summit, responsável pelos filmes da história.

Conforme entrevista publicada pelo L.A Times, questionado sobre o futuro da história, o executivo respondeu que enxerga muito mais potencial. “Estou prevendo que Amanhecer Parte 2 vá fazer mais de 700 milhões de dólares ao redor do mundo. É difícil para mim imaginar que um filme que faz mais de 700 milhões não possa continuar. É uma franquia maravilhosa, e eles têm feito um ótimo trabalho a mantendo, sem quedas“, disse, acompanhado de um empolgado (e talvez despretensioso) “cara, espero que sim“, ao cogitar  uma continuidade.

Sem qualquer previsão ou garantia de que novos filmes sejam mesmo produzidos, até mesmo uma série de tevê pode ir parar nos planos do estúdio. Ainda assim, é cedo para saber qual seria o enfoque das novas produções, já que não existiria material original para ser explorado.

Amanhecer, de Bill Condon

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O penúltimo filme da “saga” Crepúsculo, escrita pela americana mórmon conservadora Stephenie Meyer, tem um grande problema. Mas não é o diretor, nem a roteirista, nem o elenco. É a história de Amanhecer que é ruim mesmo. O último livro da série vampiresca de Meyer foi talvez o pior romance que já li – o segundo sendo A Hospedeira, da mesma autora, e que acaba de ter o elenco principal de sua adaptação cinematográfica anunciado; Saoirse Ronan (indicada ao Oscar por Desejo e Reparação), Jake Abel (Percy Jackson e o Ladrão de Raios) e Max Irons (A Garota da Capa Vermelha) –, mas a roteirista Melissa Rosenberg, apesar de não ser milagreira, conseguiu transformar a história em um longa no máximo “assistível”.

Quando assinou contrato para dirigir as duas partes de Amanhecer, rodadas simultaneamente (a divisão foi anunciada coincidentemente logo após o estúdio responsável pela série Harry Potter anunciar a divisão de As Relíquias da Morte em Parte 1 e Parte 2), Bill Condon regrediu todo o trabalho que teve em Kinsey ao desmistificar o sexo como tabu, em 2004, mas conseguiu desempenhar um trabalho suficientemente bom para satisfazer o público alvo e se enquadrar na classificação etária. O orçamento de super produção rendeu os melhores efeitos especiais de toda a saga até o momento, mas ainda assim Amanhecer – Parte 1 conseguiu ser o pior dos quatro.

Um spot de TV divulgado três dias antes do lançamento do filme anunciava-o como “uma das histórias de amor mais épicas de todos os tempos”. Como alguém que assiste séries como True Blood e The Vampire Diaries, entendo o apelo dos vampiros. Mas Bella sofre de um masoquismo suicida em um nível que nem Sookie Stackshouse nem Elena Gilbert, protagonistas das duas séries citadas, entenderiam. E como sofre. Meyer – que inclusive faz figuração no filme como uma das convidadas do casamento de Bella e Edward, olhando para a noiva com orgulho de mãe – acha que é bonito morrer por um amor doentio, abandonar família e amigos para sempre, só para viver eternamente ao lado do amado que na primeira noite de amor a deixa cheia de hematomas e arranhões. E como a agressão ocorreu no Brasil, na lua de mel do casal, Edward poderia muito bem ir preso sob a lei Maria da Penha.

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Há um ano, em novembro de 2010, Kristen Stewart e Robert Pattinson vieram ao Brasil filmar algumas cenas da lua de mel de seus personagens. Na Lapa de Condon e Meyer, há um turbilhão de gente sambando ao som de músicas quase tribais, se pegando em roupas curtas pelas paredes e motos tentando abrir caminho pelo “inferninho”. Pelo menos quando Edward precisa falar nossa língua com os nativos, não solta nada em espanhol. Mas claro que a serviçal da casa situada na Ilha de Esme precisava ter traços indígenas.

A primeira parte do filme é aproveitável. Na cena do casamento, os noivos são ofuscados pelos discursos de alguns personagens de apoio – Charlie dizendo que sabe usar uma arma, Renee cantando bêbada e Jessica ainda aparentemente apaixonada por Edward (ou “O Cabelo”). Já no “Brasil”, a preparação de Bella para a “cópula”, escovando os dentes e raspando as pernas (quantos dias eles demoraram para chegar ao Brasil? Ela não se depilou para o casamento?) ao som de Sister Rosetta, da banda indie londrina Noisettes, foi até que divertida, assim como suas tentativas em ser sexy quando Edward não queria mais saber de sexo após tê-la machucado na primeira vez. Mas aí surge a história da gravidez, eles voltam para Forks e o negócio desanda de vez.

Para respeitar a classificação etária que permitiria a entrada do público alvo nas salas de cinema, a tão esperada cena de sexo entre Bella e Edward não poderia mesmo ter mostrado mais do que mostrou. Meu problema foi com a cena do parto, asséptica, calma e rápida demais. Talvez a única cena que eu tenha achado interessante em todos os quatro livros, também era a única que eu ansiava ver no filme todo. Novamente, pela classificação etária, não esperava ver nada muito visceral, mas também não achava que o momento seria tão covarde assim.

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Tecnicamente falando, a fotografia de Guillermo Navarro, o mesmo responsável pelo visualmente belo O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro, é escura e ruim, mas o departamento de maquiagem merece aplausos pela transformação de Bella no decorrer da gravidez. A cena final só é boa por não parecer em nada com o resto de toda a saga e, apesar do final “Avatar” ser meio clichê e previsível, foi o mais impactante dos quatro filmes (sendo que dois dos três anteriores acabaram com um pedido de casamento bem novela das 8).

Novamente a cargo da supervisora musical Alexandra Patsavas, a trilha sonora é ótima e consegue dar o clima certo às cenas. Aliás, a única coisa boa de todos os quatro filmes é a trilha sonora. A escolha de tocar músicas das trilhas anteriores nas cenas do casamento (Flightless Bird, American Mouth, do Iron & Wine, presente trilha de Crepúsculo e My Love, da cantora Sia, saída da compilação de músicas tocadas em Eclipse) combinada com a volta do compositor Carter Burwell como responsável pelo score das duas partes finais (Burwell compôs a trilha instrumental do primeiro filme) criou, ainda que apenas por alguns momentos, um bom clima de nostalgia.

Diferente de outras séries cinematográficas que possuem um leitmotiv característico, cada compositor criou um tema musical diferente para cada longa da saga Crepúsculo. Notas de New Moon (The Meadow), do score de Alexandre Desplat, podem ser ouvidas por todo o filme Lua Nova, e variações de Jacob’s Theme, de Howard Shore, dominam o score de Eclipse, junto com acordes de Eclipse (All Yours) do Metric. Com a batuta novamente em mãos, Burwell usou novamente o tema criado para Crepúsculo: Bella’s Lullaby, fazendo uma conexão musical dos últimos filmes (provavelmente a música voltará a ser ouvida na Parte 2) com o primeiro. Fechando o ciclo.

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A divisão de Amanhecer em dois longas foi desnecessária. Fizessem então um filme que excedesse em uns 30 minutos as duas horas características, já que a única parte interessante da história é a batalha final, que, apesar de já filmada, só será exibida nos cinemas em novembro de 2012. A melhor parte do filme veio nos créditos finais, em uma cena dos Volturi que antecipa o que está por vir na Parte 2. Veio com um ótimo Michael Sheen sem medo de ser cafona, mesmo com toda a vestimenta, maquiagem, peruca e um roteiro que também não ajudava para ser levado a sério, e funcionou bem. Possivelmente pelo bom uso da música que embalava os créditos quando a cena apareceu, I Didn’t Mean It, da dupla The Belle Brigade.

Analisando como adaptação de um livro horrível, Amanhecer – Parte 1 é ótimo. Mas vendo pelo lado que realmente importa – o de um filme –, é ruim, vergonhoso, covarde e cafona. Só não reclamo do quesito atuação de Kristen Stewart porque Bill Condon, assim como Chris Weitz em Lua Nova, conseguiu utilizar-se de sua cara de sofrimento para o bem, e aqui Bella quase nem fala. Aquela revolta dos lobos e o amor eterno de Jacob nem merecem menção. Assista, se você já gastou quase seis horas de sua vida assistindo aos três anteriores (sendo que os dois primeiros nem são tão ruins assim, confesso). Para os fãs, esperar um ano para ver o último filme é uma tortura. Para aqueles que só querem que isso acabe logo, também.