Amanhecer, de Bill Condon

topobd 500x339 Amanhecer, de Bill Condon
O penúltimo filme da “saga” Crepúsculo, escrita pela americana mórmon conservadora Stephenie Meyer, tem um grande problema. Mas não é o diretor, nem a roteirista, nem o elenco. É a história de Amanhecer que é ruim mesmo. O último livro da série vampiresca de Meyer foi talvez o pior romance que já li – o segundo sendo A Hospedeira, da mesma autora, e que acaba de ter o elenco principal de sua adaptação cinematográfica anunciado; Saoirse Ronan (indicada ao Oscar por Desejo e Reparação), Jake Abel (Percy Jackson e o Ladrão de Raios) e Max Irons (A Garota da Capa Vermelha) –, mas a roteirista Melissa Rosenberg, apesar de não ser milagreira, conseguiu transformar a história em um longa no máximo “assistível”.

Quando assinou contrato para dirigir as duas partes de Amanhecer, rodadas simultaneamente (a divisão foi anunciada coincidentemente logo após o estúdio responsável pela série Harry Potter anunciar a divisão de As Relíquias da Morte em Parte 1 e Parte 2), Bill Condon regrediu todo o trabalho que teve em Kinsey ao desmistificar o sexo como tabu, em 2004, mas conseguiu desempenhar um trabalho suficientemente bom para satisfazer o público alvo e se enquadrar na classificação etária. O orçamento de super produção rendeu os melhores efeitos especiais de toda a saga até o momento, mas ainda assim Amanhecer – Parte 1 conseguiu ser o pior dos quatro.

Um spot de TV divulgado três dias antes do lançamento do filme anunciava-o como “uma das histórias de amor mais épicas de todos os tempos”. Como alguém que assiste séries como True Blood e The Vampire Diaries, entendo o apelo dos vampiros. Mas Bella sofre de um masoquismo suicida em um nível que nem Sookie Stackshouse nem Elena Gilbert, protagonistas das duas séries citadas, entenderiam. E como sofre. Meyer – que inclusive faz figuração no filme como uma das convidadas do casamento de Bella e Edward, olhando para a noiva com orgulho de mãe – acha que é bonito morrer por um amor doentio, abandonar família e amigos para sempre, só para viver eternamente ao lado do amado que na primeira noite de amor a deixa cheia de hematomas e arranhões. E como a agressão ocorreu no Brasil, na lua de mel do casal, Edward poderia muito bem ir preso sob a lei Maria da Penha.

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Há um ano, em novembro de 2010, Kristen Stewart e Robert Pattinson vieram ao Brasil filmar algumas cenas da lua de mel de seus personagens. Na Lapa de Condon e Meyer, há um turbilhão de gente sambando ao som de músicas quase tribais, se pegando em roupas curtas pelas paredes e motos tentando abrir caminho pelo “inferninho”. Pelo menos quando Edward precisa falar nossa língua com os nativos, não solta nada em espanhol. Mas claro que a serviçal da casa situada na Ilha de Esme precisava ter traços indígenas.

A primeira parte do filme é aproveitável. Na cena do casamento, os noivos são ofuscados pelos discursos de alguns personagens de apoio – Charlie dizendo que sabe usar uma arma, Renee cantando bêbada e Jessica ainda aparentemente apaixonada por Edward (ou “O Cabelo”). Já no “Brasil”, a preparação de Bella para a “cópula”, escovando os dentes e raspando as pernas (quantos dias eles demoraram para chegar ao Brasil? Ela não se depilou para o casamento?) ao som de Sister Rosetta, da banda indie londrina Noisettes, foi até que divertida, assim como suas tentativas em ser sexy quando Edward não queria mais saber de sexo após tê-la machucado na primeira vez. Mas aí surge a história da gravidez, eles voltam para Forks e o negócio desanda de vez.

Para respeitar a classificação etária que permitiria a entrada do público alvo nas salas de cinema, a tão esperada cena de sexo entre Bella e Edward não poderia mesmo ter mostrado mais do que mostrou. Meu problema foi com a cena do parto, asséptica, calma e rápida demais. Talvez a única cena que eu tenha achado interessante em todos os quatro livros, também era a única que eu ansiava ver no filme todo. Novamente, pela classificação etária, não esperava ver nada muito visceral, mas também não achava que o momento seria tão covarde assim.

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Tecnicamente falando, a fotografia de Guillermo Navarro, o mesmo responsável pelo visualmente belo O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro, é escura e ruim, mas o departamento de maquiagem merece aplausos pela transformação de Bella no decorrer da gravidez. A cena final só é boa por não parecer em nada com o resto de toda a saga e, apesar do final “Avatar” ser meio clichê e previsível, foi o mais impactante dos quatro filmes (sendo que dois dos três anteriores acabaram com um pedido de casamento bem novela das 8).

Novamente a cargo da supervisora musical Alexandra Patsavas, a trilha sonora é ótima e consegue dar o clima certo às cenas. Aliás, a única coisa boa de todos os quatro filmes é a trilha sonora. A escolha de tocar músicas das trilhas anteriores nas cenas do casamento (Flightless Bird, American Mouth, do Iron & Wine, presente trilha de Crepúsculo e My Love, da cantora Sia, saída da compilação de músicas tocadas em Eclipse) combinada com a volta do compositor Carter Burwell como responsável pelo score das duas partes finais (Burwell compôs a trilha instrumental do primeiro filme) criou, ainda que apenas por alguns momentos, um bom clima de nostalgia.

Diferente de outras séries cinematográficas que possuem um leitmotiv característico, cada compositor criou um tema musical diferente para cada longa da saga Crepúsculo. Notas de New Moon (The Meadow), do score de Alexandre Desplat, podem ser ouvidas por todo o filme Lua Nova, e variações de Jacob’s Theme, de Howard Shore, dominam o score de Eclipse, junto com acordes de Eclipse (All Yours) do Metric. Com a batuta novamente em mãos, Burwell usou novamente o tema criado para Crepúsculo: Bella’s Lullaby, fazendo uma conexão musical dos últimos filmes (provavelmente a música voltará a ser ouvida na Parte 2) com o primeiro. Fechando o ciclo.

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A divisão de Amanhecer em dois longas foi desnecessária. Fizessem então um filme que excedesse em uns 30 minutos as duas horas características, já que a única parte interessante da história é a batalha final, que, apesar de já filmada, só será exibida nos cinemas em novembro de 2012. A melhor parte do filme veio nos créditos finais, em uma cena dos Volturi que antecipa o que está por vir na Parte 2. Veio com um ótimo Michael Sheen sem medo de ser cafona, mesmo com toda a vestimenta, maquiagem, peruca e um roteiro que também não ajudava para ser levado a sério, e funcionou bem. Possivelmente pelo bom uso da música que embalava os créditos quando a cena apareceu, I Didn’t Mean It, da dupla The Belle Brigade.

Analisando como adaptação de um livro horrível, Amanhecer – Parte 1 é ótimo. Mas vendo pelo lado que realmente importa – o de um filme –, é ruim, vergonhoso, covarde e cafona. Só não reclamo do quesito atuação de Kristen Stewart porque Bill Condon, assim como Chris Weitz em Lua Nova, conseguiu utilizar-se de sua cara de sofrimento para o bem, e aqui Bella quase nem fala. Aquela revolta dos lobos e o amor eterno de Jacob nem merecem menção. Assista, se você já gastou quase seis horas de sua vida assistindo aos três anteriores (sendo que os dois primeiros nem são tão ruins assim, confesso). Para os fãs, esperar um ano para ver o último filme é uma tortura. Para aqueles que só querem que isso acabe logo, também.

Abduction: Filme com Taylor Lautner tem Imagens Divulgadas

abduction 1 570x379 Abduction: Filme com Taylor Lautner tem Imagens Divulgadas

Taylor Lautner vem galgando seus passos para se tornar um novo queridinho de Hollywood. Seu mais novo filme, Abduction (algo como Abdução, em português) teve duas imagens promocionais divulgadas. No filme, Taylor é Nathan, que em nada lembra o Jacob da saga Crepúsculo: um belo dia, Nathan descobre uma foto sua, ainda bebê, numa caixa de leite, como uma criança desaparecida. A partir de então, seu relacionamento com os ‘pais’ que já andava estranho, entra em choque e ele passa a viver uma trama que envolve muito suspense. Além disso, eventos violentos parecem começar a cercar o rapaz.

As duas imagens divulgadas são a que abre esse post e a abaixo:

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Além de Taylor Lautner, o longa conta ainda com nomes de peso no elenco, como Sigourney Weaver, Alfred Molina, Maria Bello e Jason Isaacs. A estreia prevista é para setembro de 2011.

X-Men: First Class: Kevin Bacon, Meagan Good e Taylor Lautner

kevin taylor x men1 570x233 X Men: First Class: Kevin Bacon, Meagan Good e Taylor Lautner

E as notícias sobre X-Men: First Class não param de pipocar. Depois de revelados alguns nomes do elenco, novas certezas e possibilidades são aventadas.

Bryan Singer, produtor do novo longa (e diretor e roteirista dos dois primeiros filmes da franquia) confirmou a presença de Kevin Bacon como o vilão da história e sobre a possibilidade de Meagan Good (para viver a versão jovem de Tempestade) estar no elenco. Além da vontade de ter Taylor Lautner (o lobisomen Jacob Black, da saga Crepúsculo) na história.

“Eu realmente queria Taylor no filme. Mas ele está em um projeto agora e em seguida estará filmando o próximo filme da série Crepúsculo. Ele é meu amigo. Conversamos muito sobre isso e é impossível por causa da agenda dele.” -declarou Bryan Singer.

Mas, como tudo é mutável (ô, piadinha infame sobre os Mutantes legendada), quem sabe não vemos o lobisomen de Crepúsculo em X-Men: First Class?

Eclipse, de David Slade

ECLIPSE 500x280 Eclipse, de David Slade

Total Eclipse of the Heart – Impressões Passionais de Eclipse

Praqueles que disseram que Eclipse é “o melhor filme dos três”, eu pergunto: quais foram os outros dois que vocês assistiram? Porque, pra mim, Eclipse não funcionou em momento algum. Vou deixar a imparcialidade de lado e ficar um pouco mais passional; gostei bastante dos dois primeiros filmes, e devo ser o único não-twiharder a admitir isso. E enquanto todo mundo dizia que Eclipse era o melhor livro, eu não o suportei ler integralmente e, no final, já estava só passando o olho pelos parágrafos para ver se não perdia nada muito importante e partia para a próxima página (mas ainda assim foi uma surpresa ver Leah se transformando em lobisomem enquanto lia Amanhecer; não lembrava desse detalhe).

Lua Nova não tem razão para existir, é só sofrimento, mas não tem Edward em 80% do filme e a trilha sonora é espetacular, então vale a pena. E o ar indie de fotografia escura e azulada do “primogênito”, combinado com a também sensacional trilha sonora liderada por Paramore, não me deixa cansar de assistir a Crepúsculo. E eu realmente tentei encontrar um bright side em toda aquela palhaçada que assisti em Eclipse, mas não encontrei nada que tirasse o amargo gosto da decepção da minha boca.

A melhor coisa dos filmes da série é a trilha sonora, e dessa vez nem isso funcionou. Frente à depressiva (e ainda assim ótima) trilha de Lua Nova, a de Eclipse é quase uma ode à felicidade, mas ainda assim não deu certo. A coletânea presente no CD é boa (Florence + the Machine, Muse e Band of Horses. Não preciso falar mais nada.), mas só umas duas não parecem completamente deslocadas em cena. Parece que Alexandra Patsavas – responsável pelas trilhas dos filmes anteriores e de séries como The OC, Grey’s Anatomy e Supernatural – colocou o Ipod no shuffle e simplesmente jogou aquilo que ouviu primeiro.

E sério, com todo o sucesso da série, todo o dinheiro que eles devem gerar, ainda fazem uma cena como aquela da neve no final? David Slade nunca usou chroma key na vida?

Melissa Rosemberg, a milagreira que conseguiu espremer os arrastadíssimos livros de Stephenie Meyer e fazer dois filmes bem “assistíveis”, perdeu o rumo de casa. Eclipse é cansativo e repetitivo demais. De um lado, temos Edward pedindo Bella em casamento em 90% de suas cenas. De outro, Bella, incrivelmente ainda mais deprimida do que nos filmes anteriores, insiste em ser transformada em 80% das suas. E ainda de um outro lado, tem o Jacob dizendo ser melhor do que Edward toda vez que abre a boca. Assim não dá pra ser feliz.

E todo mundo dizia que Eclipse ia ter mais ação. Pra quem esperava uma boa cena de guerra entre os Vampiros do Bem & Lobisomens vs. Recém-criados, aqueles cinco minutos foram bem fail. Bryce Dallas Howard é digna, mas não tem a cara de malévola da Rachelle Lefevre. Mas Rachelle, super famosa, quebrou contrato com a Summit pra gravar uma comédia super boa e nada flopada só com atores bem famosos e cheios de sucesso. Er.

A repressão mórmon de Meyer e sua oposição ao sexo antes do casamento – ainda mais uma coisa tão freak quanto o coito entre um vampiro e uma humana – ficam ainda mais insuportáveis quando os personagens só falam nisso, e em como o ato seria horrível e mágico e ruim e maravilhoso. Quase uma versão sobrenatural de The Secret Life of the American Teenager, de acordo com o site da revista Time.

Ou seja, o filme não levou a nada, não avançou história nenhuma e não teve nenhuma reviravolta digna de menção. As atuações não convenceram, os vilões também não e os efeitos muito menos. Foi mais trash do que o normal, mas bem longe daquele trash que vira cult. Se o pessoal superar as crepusculetes que enchem salas de cinema com seus gritos estridentes cada vez que Taylor Lauter tira a camiseta e conseguir enxergar além do preconceito, o primeiro filme até tem alguns dos atributos necessários para alcançar tal status. Mas depois o negócio ficou comercial demais e Eclipse passa longe de ser cultuado por tribos alternativas. Só pelas crepusculetes.

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Praqueles que disseram que Eclipse é “o melhor filme dos três”, eu pergunto: quais foram os outros dois que vocês assistiram? Porque, pra mim, Eclipse não funcionou em momento algum. Vou deixar a imparcialidade de lado e ficar um pouco mais passional; gostei bastante dos dois primeiros filmes, e devo ser o único não-twiharder a admitir isso. E enquanto todo mundo dizia que Eclipse era o melhor livro, eu não suportei ler integralmente e, no final, já estava só passando o olho pelos parágrafos para ver se não perdia nada muito importante e partia para a próxima página (mas ainda assim foi uma surpresa ver Leah se transformando em lobisomem em Amanhecer; não lembrava desse detalhe).

Lua Nova não tem razão para existir, é só sofrimento, mas não tem Edward em 80% do filme e a trilha sonora é espetacular, então vale a pena. E o ar indie de fotografia escura e azulada do “primogênito”, combinado com a também sensacional trilha sonora liderada por Paramore, não me deixa cansar de assistir a Crepúsculo. E eu realmente tentei encontrar um bright side em toda aquela palhaçada que assisti em Eclipse, mas não encontrei nada que tirasse o amargo gosto da decepção da minha boca.

A melhor coisa dos filmes da série é a trilha sonora, e dessa vez nem isso funcionou. Frente à depressiva (e ainda assim ótima) trilha de Lua Nova, a de Eclipse é quase uma ode à felicidade, mas ainda assim não deu certo. A coletânea presente no CD é boa (Florence + the Machine, Muse e Band of Horses. Não preciso falar mais nada.), mas só umas duas não parecem completamente deslocadas em cena. Parece que Alexandra Patsavas – responsável pelas trilhas dos filmes anteriores e de séries como The OC, Grey’s Anatomy e Supernatural – colocou o ipod no shuffle e simplesmente jogou aquilo que ouviu primeiro.

E sério, com todo o sucesso da série, todo o dinheiro que eles devem gerar, ainda fazem uma cena como aquela da neve no final? David Slade nunca usou chroma key na vida?

Melissa Rosember, a milagreira que conseguiu espremer os arrastadíssimos livros de Stephenie Meyer e conseguiu fazer dois filmes bem “assistíveis” perdeu o rumo de casa. Eclipse é cansativo e repetitivo demais. De um lado, temos Edward pedindo Bella em casamento em 90% de suas cenas. De outro, Bella, incrivelmente ainda mais deprimida do que nos filmes anteriores, insiste em ser transformada em 80% das suas. E ainda de um OUTRO lado, tem o Jacob dizendo ser melhor do que Edward toda vez que abre a boca. Assim não dá pra ser feliz.

E todo mundo dizia que Eclipse ia ter mais ação. Pra quem esperava uma boa cena de guerra entre os Vampiros do Bem & Lobisomens vs. Recém-criados, aqueles cinco minutos foram bem fail. Bryce Dallas Howard é digna, mas não tem a cara de malévola da Rachelle Lefevre. Mas Rachelle, super famosa, quebrou contrato com a Summit pra gravar uma comédia super boa e nada flopada só com atores bem famosos e cheios de sucesso. Er.

A repressão mórmon de Meyer e sua oposição ao sexo antes do casamento – ainda mais uma coisa tão freak quanto o coito entre um vampiro e uma humana – ficam ainda mais insuportáveis quando os personagens só falam em nisso, e em como o ato seria horrível e mágico e ruim e maravilhoso. Quase uma versão sobrenatural de The Secret Life of the American Teenager, de acordo com o site da revista Time.

Ou seja, o filme não levou a nada, não avançou história nenhuma e não teve nenhuma reviravolta digna de menção. As atuações não convenceram, os vilões também não e os efeitos muito menos. Foi mais trash do que o normal, mas bem longe daquele trash que vira cult. Se o pessoal superar as crepusculetes que enchem salas de cinema com seus gritos estridentes cada vez que Taylor Lauter tira a camiseta e conseguir enxergar além do preconceito, o primeiro filme até tem alguns dos atributos necessários para alcançar tal status. Mas depois o negócio ficou comercial demais e Eclipse passa longe de ser cultuado por tribos alternativas. Só pelas crepusculetes.

Astros de Eclipse na Capa da Entertainment Weekly

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Com a aproximação da estréia de Eclipse (dia 30 de junho), terceiro filme baseado na franquia Crepúsculo, a revista americana Entertainment Weekly preparou duas capas com os jovens astros do filme. Numa delas, Kristen Stewart, a jovem Bella aparece sozinha; na outra, os galãs da trama Robert Pattinson (Edward) e Taylor Lautner (Jacob) dividem a capa da publicação.

Agora, é muita maldade da minha pessoa, ou vocês também sentiram uma vibe muito Brokeback Mountain na capa com os jovens rapazes?

broke entertaiment 570x380 Astros de Eclipse na Capa da Entertainment Weekly

É, espera aí que vou ali limpar o veneno que está escorrendo da minha boca! icon wink Astros de Eclipse na Capa da Entertainment Weekly