Rita Lee Anuncia Aposentadoria dos Palcos

Rita Lee Rita Lee Anuncia Aposentadoria dos Palcos

Após 45 anos de carreira, Rita Lee anunciou sua despedida dos palcos no último sábado, 21 de janeiro. Se apresentando pela primeira vez no Circo Voador, a cantora revelou que não pretende mais fazer shows.

Embora ainda tenha uma apresentação marcada para o próximo fim de semana, a chamada ‘rainha do rock brasileiro’ avisou que não pretende mais sair em turnê, e que está na hora de descansar. “Aposento-me de shows, da música nunca. Quem me viu ontem pode bem atestar minha fragilidade física. Saio de cena absolutamente paixonadacocês“, escreveu em seu perfil no Twitter um dia depois do anúncio.

Uma das artistas que mais vendeu álbuns no Brasil, com mais de 60 milhões de cópias, Rita Lee iniciou sua carreira em meados dos anos 60. Confira abaixo ao vídeo com o momento em que fala sobre sua saída dos palcos:

Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

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E vocês sabiam que existe um Dia do Sexo? Pois 06 de setembro foi definido em nosso calendário como o Dia do Sexo. Como se trata de uma data super importante, não poderia deixar passar em branco e, por isso, para comemorar, elaborei esse especial que compartilho com vocês. \O/

Mas deixo bem claro que o Sem Tédio é um site de respeito e família, por isso, quase nada de sexo explícito aqui. Apenas um apanhado de referências (e dicas) ao ato em si nos mais diversos meios que movem a nossa amada cultura pop e que insistem em nos deixar SEM TÉDIO.

Com vocês, o SEXO nosso  de cada dia na literatura, cinema, música, nos quadrinhos e até nos jogos de videogame!

Na Literatura:

A CASA DOS BUDAS DITOSOS

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Escrito por João Ubaldo Ribeiro, o livro A Casa dos Budas Ditosos foi publicado inicialmente dentro do projeto Plenos Pecados, da Editora Objetiva. Com cada livro de um autor diferente contando uma história onde um dos pecados capitais fosse o fio condutor da trama, a Luxúria coube a João Ubaldo, que criou essa sexualmente envolvente história.

Aos 68 anos, a narradora do livro vai contando sua vida, desde muito jovem até o momento em que se encontra. Livre – ou libertina -, ela nunca se furtou de experimentar nenhum tipo de experiência e conta, página a página, sua vida sexual em detalhes sórdidos e minuciosos, muitas vezes descambando para o pornográfico, mas sem perder a classe, transformando o livro num verdadeiro pornô cult.

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Com o sucesso do livro, tempos depois surgiu uma peça baseada e com o mesmo nome de A Casa dos Budas Ditosos, onde, num monólogo, Fernanda Torres dava vida à personagem de João Ubaldo nos palcos, envolvendo a plateia com revelações picantes da vida daquela personagem. Um sucesso, como também foi o livro.

SEXO ANAL [UMA NOVELA MARROM]

sexo anal Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

Com a singela prática sexual sobre a qual a outrora santinha Sandy declarou ser possível ter prazer, Luiz Biajoni criou um romance policial onde o sexo anal permeia toda a história, de forma envolvente e sedutora. Com muitos duplos sentidos.

O autor (que tem ainda em seu currículo obras de nomes sutis como Buceta [Uma Novela Cor de Rosa] e Elvis & Madona [Uma Novela Lilás]), carrega nas tintas, não se priva de incluir em seu texto palavrões, práticas sexuais diversas e todo tipo de falha de caráter em seus personagens, criando uma história que conquistará você. Sem fugir dos clichês, não será possível largar: é pra ler de uma só sentada!

No Cinema:

CALIGULA

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Dirigido por Tinto Brass, Giancarlo Lui e Bob Guccione (sim, três diretores, que foram se revezando na tarefa enquanto um a um abandonava o projeto), em 1979, Caligula conta a história da ascensão e queda do imperador romano Gaius Caesar Germanicus, o famoso Caligula (Malcolm McDowell). Entretanto, não foi por sua trama histórica que o filme ficou famoso e sim por suas cenas de sexo explícito.

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Com quase 3 horas de duração, o filme é comumente chamado de um pornô-épico, com suas cenas de orgias, sexo explícito, flagelação sado-masoquista e escatologia. Controverso, o filme foi financiado pela revista Penthouse, sendo o primeiro a mostrar atores famosos (John Gielgud, Peter O’Toole, Malcolm McDowell, Helen Mirren), envolvidos em cenas de sexo explícito.

SLEEPING BEAUTY

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A história da Bela Adormecida trazida para os dias atuais, seria essa a intenção de Sleeping Beauty? Filme australiano sem previsão de estreia no Brasil e dirigido por Julia Leigh, Sleeping Beauty conta a história de uma jovem (Emily Browning), que arranja um emprego numa “casa” onde realiza o desejo de alguns frequentadores: toma uma droga pesadíssima, entra em estado de sono intenso, e dá prazer à homens que tem o tipo de fantasia de transar com mulheres dormindo – no caso do filme, aparentemente mortas. Só há uma regra: eles podem fazer tudo, menos penetrar a moça.

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Com um argumento pesadíssimo e focando numa personagem principal perdida na vida, o filme não poupa nas cenas de nudez e sexo, mostrando que Emily Browning (assim como Déborah Secco, em Bruna Surfistinha) não se esquivou de um filme polêmico onde seu corpo é mostrado de todos os ângulos.

Na Música:

RITA LEE

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A sempre provocante Rita Lee, com suas letras cheia de insinuações e sugestões, como quem não quer nada fez todo mundo cantar o sexo, sem nem perceber, algumas vezes em sua carreira.

Do sutil convite a um Banho de Espuma, regado à  plena vagabundagem, até a pedidos explícitos para ser deixada de quatro no ato em Lança Perfume, passando pelas diferenças de Amor e Sexo, a cantora sempre usou o seu rock para cantar a relação a dois de forma divertida, bem humorada e natural. Como todo sexo deve ser.

MADONNA

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Provocante, Madonna elevou a temperatura do pop com suas músicas e clipes polêmicos. Da insinuação da primeira vez em Like a Virgin à pura blasfêmia (para a Igreja Católica) em Like a Prayer, a cantora sempre se manteve na mídia, mostrando-se dona da situação, como em Erotica, ou simplesmente incentivando todos a lutarem pelo que querem, em Expres Yourself.

Madonna é um ícone e continuará sendo. Com ou sem polêmicas. E talvez o seja porque sempre encarou o sexo de forma tão corriqueira em suas músicas e na vida.

Nos Games:

BEAT ‘EM & EAT ‘EM

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Esse vai ser lembrado apenas por aqueles que um dia já jogaram Atari. Criado pela Mystique, Beat ‘Em & Eat ‘Em foi um jogo que fez bastante sucesso basicamente por ser… proibido para menores (o que, é óbvio, fazia com que todos os menores quisessem jogá-lo).

Bobinho, se comparado a jogos atuais, o Beat ‘Em & Eat ‘Em levava para o Atari uma trama quase idiota: o jogador tinha de controlar algumas mulheres que deveriam engolir o esperma de um pênis “em erupção” que aparecia na tela. A cada 69 (infame!) pontos acumulados, o jogador ganhava uma vida extra.

CUSTER’S REVENGE

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Também produzido pela Mystique – que era uma empresa especializada em joguinhos pornográficos, o Custer’s Revenge acompanhava um caubói que tinha de escapar de várias flechas atiradas por índios. O objetivo do jogador, que comandava o caubói, era alcançar uma índia no final da tela e fazer sexo com ela.

Lançado em 1982, o joguinho para Atari gerou inúmeros protestos nos EUA vindos de organizações de direitos humanos, que diziam que Custer’s Revenge era um jogo com conotação racista e machista.

Nos Quadrinhos:

RADICAL CHIC

radicalchic Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

Criada pelo cartunista Miguel Paiva, a Radical Chic surgiu em 1982, dentro do suplemento dominical do Jornal do Brasil. Aos poucos, a personagem foi ganhando fama e conquistando espaço. Sem papas na língua e com uma vida livre, Radical Chic é uma personagem que sempre encarou o sexo com tranquilidade, se envolvendo com mil homens e sem medo de ousar.

Inspirado no personagem, um programa de televisão foi criado e apresentado pela rede Globo, a partir de 1993, com Andréa Beltrão dando vida à Radical Chic e apresentação de Maria Paula.

Na Televisão:

Confira no Blog NaTV, uma seleção com a primeira vez de alguns personagens inesquecíveis do mundo das séries de tevê. Basta clicar aqui!

Querendo ou não, o sexo move a nossa cultura e está presente em todos os lugares. Seja nas bancas de jornais, sejo no milionário mercado pornográfico, seja nas piadinhas que são contadas em qualquer roda de amigos.

No Dia do Sexo, nada mais natural do que falar abertamente sobre o assunto e até mesmo rir da forma muitas vezes debochada em que ele é retratado à nossa volta.

Entretanto, sem mais delongas, divirta-se nesse dia que foi feito para ser usado e abusado. E se não tiver com quem comemorar, deixe seu lado nerd aflorar: aqui no Sem Tédio temos vários outros artigos para você se distrair enquanto o dia não terminar!

Versão Acústica: Um TOP 10 Unplugged

acustico2 Versão Acústica: Um TOP 10 Unplugged

A palavra Acústico, muito em voga hoje no meio musical, vem do inglês Unplugged, dizendo respeito aos instrumentos estarem desligados. Seria algo como uma música cuja base instrumental fosse o violão, baixo não-elétrico (estilo violão), bateria, percussão, piano, flauta, etc.

A onda de se gravarem versões Unplugged surgiu nos EUA e o primeiro artista a gravar um álbum do tipo foi Eric Clapton, com o seu Eric Clapton Unplugged, que foi um enorme sucesso. No princípio, gravar um álbum acústico era como um prêmio: o cara era consagrado e era hora de reunir suas melhores canções numa nova versão. Com o passar do tempo, a coisa meio que mudou de figura e os álbuns acústicos viraram quase que uma forma de promover artistas que estão fora da mídia.

Bons álbuns (e alguns muito ruins) foram lançados nesse formato, mas a intenção desse TOP 10 é compartilhar com vocês as minhas versões acústicas preferidas de todos os tempos – cinco nacionais e cinco internacionais.

Então, desliguemos os instrumentos e embarquemos nesse som!

DISEASE (Matchbox 20)

Os rapazes do Matchbox Twenty são de Orlando, na Flórida, e já venderam um total de 39 milhões de discos pelo mundo. Em 1996 a banda lançou o single de sucesso Disease, que é um dos maiores sucessos da banda de pop rock. E a versão acústica da música é umas das coisas mais belas que já ouvi. A música entrou, aqui no Brasil, na trilha da novela Mulheres Apaixonadas, em suas duas versões, a original e a acústica. Sucesso total!

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HOJE A NOITE NÃO TEM LUAR (Legião Urbana)

Lançado somente no ano de 1999, o cd Legião Urbana Acústico MTV foi gravado no ano de 1992, como um programa para a MTV. Durante a gravação do programa, entre uma música e outra, Renato Russo cantou uma versão em português da música Hoy me voy para Mexico, do Menudo. Quando o cd foi lançado, Hoje a Noite Não Tem Luar foi um dos maiores sucessos do álbum e tocada à exaustão. E, claro, nem preciso dizer que a versão da Legião é INFINITAMENTE superior à original do Menudo, né?

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IT’S MY LIFE (Bon Jovi)

Considerado um dos maiores hits do Bon Jovi, It’s my Life foi o caro chefe do álbum Crush, de 2000. Premiada com o Grammy como o Maior Hit da História do Rock, a música é inesquecível e ganhou uma versão acústica, cantada pelo Bon Jovi, normalmente, em shows. Em minha opinião, a versão acústica tem um clima excelente e casa perfeitamente com a letra da música e, claro, merece estar nessa seleção.

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REFRÃO DE UM BOLERO (Engenheiros do Hawaii)

Acho os Engenheiros uma excelente banda, que apesar de passar tempos sumidos, sempre reaparecem com algumas boas novidades. E, claro, nessa lista não poderia faltar uma canção da banda, que lançou um álbum Acústico pela MTV em 2005. Refrão de um Bolero é uma canção de letra triste e forte, lançada no álbum A Revolta dos Dândis, de 1987. Interessante é notar, que apesar disso, a música só foi fazer sucesso no início dos anos 90, na carona de outra música da banda (O Pap é Pop). Acho a versão acústica da música uma das mais bonitas do acústico MTV.

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IRONIC (Alanis Morissette)

Hit de Alanis Morissette, Ironic é uma de suas músicas mais conhecidas e mais lembradas. Gravada originalmente no álbum Jagged Little Pill, de 1995, a música tem uma letra muito bem humorada, em que a cantora enumera várias situações que podem ser encaradas como ironias da vida. Uma curiosidade interessante é que Alanis, em 2004, modificou a letra original da música ao acrescentar uma frase de apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo: ‘É encontrar o homem dos meus sonhos e então encontrar o lindo marido dele…’. Em 2005, comemorando os 10 anos do lançamento de Jagged Little Pill, a cantora regravou o CD, com todas as suas músicas, só que em versão acústica. É desse álbum (Jagged Little Pill Acoustic) que escolhemos a música de Alanis a compor essa seleção.

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MIEDO (Lenine & Julieta Venegas)

Em 2006, Lenine, seguindo a onda do momento, lançou o seu Acústico MTV. Um álbum recheado de sucessos e participações especiais. Destaco a gravação de Miedo, com a participação de Julieta Venegas, cantora mexicana, que fez um excelente dueto com Lenine. E esse dueto que marca a participação Lenine nesse especial.

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MRS. JONES (Counting Crows)

Banda bastante conhecida por seu rock alternativo, o Couting Crows faz um som que agrada muita gente e tem alguns hits bastante conhecidos, como Accidentally in Love, que fez parte da trilha do filme Shrek 2. Mas, certamente, sua canção mais famosa é Mr. Jones, lançada originalmente em 1993, no álbum August and Everything After. A versão acústica do hit você confere aqui na nossa lista.

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TARDE VAZIA (Ira!)

Banda que chegou ao seu término em 2007, depois de vários escândalos e brigas públicas envolvendo seus ex integrantes, o Ira! gravou em 1990 a música Tarde Vazia, como uma das faixas de seu álbum Clandestino. Em 2004, chegou a vez do seu Acústico MTV e entre as músicas escolhidas para formarem o repertório, lá estava Tarde Vazia, que foi gravada com a participação de Samuel Rosa, vocalista do Skank. A versão acústica ficou perfeita, como você pode ver aqui na nossa seleção.

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HOTEL CALIFORNIA (Eagles)

Além de ser a música de maior sucesso da banda Eagles, Hotel California é também o nome de seu quinto álbum, de 1976. A letra, que não é lá muito coerente, para alguns diz respeito ao Camarillo State Hospital, do município de Ventura, entre Los Angeles e Santa Bárbara, que esteve em operação de 1936 a 1997 e era um centro de tratamento para pessoas com problemas mentais. Sendo ou não verdade, a música é um clássico, a melodia é daquelas que gruda e, duvido, que alguém nunca se pegou cantarolando Hotel California por aí. A versão acústica não é muito diferente da versão original (que já era boa) e tinha de marcar presença aqui nesse especial do Sem Tédio.

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BALADA DO LOUCO (Rita Lee)

Considerado por muitos como a melhor banda de rock brasileira de todos os tempos, Os Mutantes surgiram em 1966 e tinha, entre seus integrantes, Rita Lee, Arnaldo Baptista, Sergio Dias, Liminha e Dinho Leme. Entre os muitos sucessos da banda, destaca-se a Balada do Louco, faixa do álbum de 1972, Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets, que é considerada, juntamente com Ando Meio Desligado, um dos maiores sucessos da banda. A versão escolhida para fazer parte desse especial foi a gravada por Rita Lee para o seu Acústico MTV, de 1998 e que encerra de forma primorosa a nossa lista de melhores versões acústicas!

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Como gravar álbuns acústicos já foi quase uma febre e, ainda hoje, vários são lançados, certamente muitas (boas) versões ficaram de fora dessa lista que reflete muito o meu gosto pessoal. Assim, a caixa de comentários está à disposição para que vocês elejam as suas versões acústicas preferidas. E, claro, podem ficar à vontade para concordar ou discordar da minha seleção.

Rita Lee recebe homenagem no Prêmio Multishow

rita lee premio 318x500 Rita Lee recebe homenagem no Prêmio Multishow

Rita Lee, ex-vocalista do Mutantes, teve no dia 18/08, seu dia de homenagem no Prêmio Multishow. A que cantora brincou com sua neta Isabella, que entregou o prêmio para a avó, que se sentia honrada mas, que preferia este em dinheiro, marcou com chave de ouro a premiação com a irreverência característica da Dama do Rock Brasileiro.

Rita ainda não deixou barato e segundo a Rolling Stone disse: “De qualquer maneira, minha conta nas Ilhas Cayman é a mesma da Igreja Universal. Aleluia! Joguemos os dízimos!” em clara referência a polêmica do pastor  da Igreja Universal Edir Macedo que foi acusado de desviar dinheiro recebido dos fiéis e que foi tão exaltada pela Rede Globo, do qual  canal Multishow faz parte do conglomerado.

Depois das declarações, Rita  assistiu da platéia um tributo com  Beto Lee, filho da cantora, Pitty, Dadi, Liminha, Bem Gil, Gilberto Gil e João Barone que formaram uma super banda para tocar um pout-pourri com alguns dos maiores sucessos de Rita, como “Ovelha Negra”, “Mania de Você” e “Lança Perfume”.

Claro, que apesar de não subir ao palco para cantar, Rita Lee deu um show, pelo menos no que diz respeito ao seu figurino, com óculos que fariam Lady Gaga se matar de inveja.