Killer Love, de Nicole Scherzinger

nicole killer love Killer Love, de Nicole Scherzinger

Que a cantora Nicole Scherzinger conhece os altos e baixos da sua carreira, isso é fato. Mas, após ela ter deixado o grupo Pussycat Dolls, essa beleza nascida no Hawaii vem apenas subindo, desde então, rumo ao topo. Ano passado (2010), Nicole Scherzinger participou e ganhou da 10ª temporada de Dancing With The Stars, apareceu como jurada convidada na versão britânica do The X Factor e atuou no musical da Broadway Rent. Não menos importante e mais animador para a cantora, finalmente o álbum de estréia solo da ex-Pussycat Dolls - Killer Love – viu mesmo a luz do dia após sucessivos adiamentos e mudanças sofridas pelo seu primeiro projeto (Her Name Is Nicole), que estava idealizado desde 2007, saindo com várias mudanças só agora em 2011.

Neste meio tempo, mesmo carregando a faixa flop em seu peito, Nicole Scherzinger se fortaleceu, firmou parcerias e acertou em cheio o alvo com seu Killer Love. Quase como uma autobiografia da cantora, Killer Love pode ser dividido em animador e emocionante, quente e ‘pra chorar’.

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Assim, analisando música a música, conheça mais sobre esse amor assassino de Nicole Scherzinger:

  1. Poison – Foi escrita pela própria cantora e é a primeira canção a ser lançada em três anos. Bem animadora, a música possui batidas fortes e dançantes, apresentada a partir de uma fórmula bem pop-dance. Conseguiu o 1º lugas nas paradas na Escócia e Reino Unido, de quebra ainda ficou entre o Top 30 da  Eslováquia, Irlanda, Bulgária e Polónia. No clipe, Nicole é um misto de heroína e vilã, ambas bem construídas.
  2. Killer Love - Música que dá título ao álbum, Killer Love também foi escrita por Nicole e carrega um grande sentimento quanto a esse amor assassino retratado. Com batidas fortes, a música foi pesquisada para brevemente ser lançado como single, mas não há nenhuma certeza.
  3. Don’t Hold Your Breath – Sinceramente, tenho imenso fascínio por este segundo single, Don’t Hold Your Breath. Essa, talvez, seja a música que mais reparte opiniões na nova etapa da carreira da Nicole, no qual, o time dos que amam é tão grande quanto o time dos que odeiam. Tanto na música quanto no clipe, creio que há uma Nicole mais pura, real, sem tanta maquiagem, roupas apertadas e todo o resto que traga o pensamento quanto as Pussycat Dolls. A faixa é simples e cumpre seu papel sendo emocionante e forte ao mesmo tempo, assim alcançou o 1º lugar nas paradas do Reino Unido, França, Eslováquia, Bulgária, Escócia, Irlanda, Bélgica, Polônia e Austrália.
  4. Right There – Terceiro single, Right There foi à primeira música de Killer Love a ser lançado nos Estados Unidos e alcançou o Top 20 no Reino Unido e Escócia. Comparada a música Rude Boy, da Rihanna, Right There apresenta uma batida sexy e animadora. Além disso, uma versão alternativa da música foi gravada com 50 Cent, que será incluído na versão dos EUA de Killer Love. Assim, foram gravados dois clipes para a mesma música, sendo uma com o rapper e outra que apenas mostra a bela Nicole solo.
  5. You Will Be Loved – Gostei pouco, mas é a uma faixa “bonitinha” e sentimental. É gostosinha de ouvir e traz uma batida completamente sensível, mostrando a potência da voz da Nicole que nasceu para as músicas dramáticas e tristes… com gritos e gemidos doloridos.
  6. Wet – Na minha lista das melhores músicas, Wet está incluída. Também é uma das faixas que brevemente pode se tornar um single.
  7. Say Yes – Digo sim que essa é aquela música que quando começa eu mudo pra próxima. Mas vale a pena ouvir essa insistência para que o cara diga sim.
  8. Club Banger Nation – É típica música feita especialmente para se destacar e se fixar nas mais animadas baladas e é mais uma das quais está na minha lista de músicas preferidas desse solo da Nicole. É o tipo de música para se ouvir, dançar e cantar… é uma verdadeira pré festa
  9. Power’s Out (feat. Sting) – Música que é um misto de sentimentos. Nicole junto ao Sting convencem nessa parceria gravada em 2007. É o tipo de música que satisfaz cada dia mais, que nos faz esquecer da imagem sexy da Nicole, para nos fazer pensar o quanto doce e talentosa ela é.
  10. Desperate – É mais uma música das quais, quando começa, eu mudo pra próxima. Soa como uma sobra ou inserida no álbum apenas para encher.
  11. Everybody – Mais uma faixa sentimental e emocionante, sendo a que apresenta a letra mais sofrida e a batida mais reflexiva.
  12. Heartbeat (feat. Enrique Iglesias) – Escrita pelo próprio Enrique Iglesias, Heartbeat também está na lista das que mais gosto. Dizem que Enriqueescreveu a letra pensando logo na Nicole. É uma parceria que deu certo por ser frágil e ter uma perfeita combinação de ambas vozes. Heartbeat alcançou os TOP 10 da Austrália, Bélgica, Dinamarca, Europa, Eslováquia, Irlanda, Reino Unido, Suécia e é a mistura na dose certa das duas propostas iniciais do álbum: é para as pistas e para os apaixonados.
  13. Casualty – Também da lista das quais eu mais gosto, Casualty é um sofrimento cantado. Acho que é uma das músicas que mais exige da voz da Nicole, o que a torna mais bonita. Os arranjos são cativantes e leves, você se coloca como sendo a vítima ou o causador dessa dor.
  14. AmenJena – Essa sim é uma das quais lutam pelo pódio da melhor música deste solo de Nicole Scherzinger. É a faixa mais intensa, onde a voz da Nicole se casa perfeitamente com o romantismo e depressão que a letra (escrita por ela mesma) apresenta. Resumindo, AmenJena foi escrita num dia e colocada no Killer Love no outro.

No mais, Killer Love está subindo nas paradas rapidamente, estando em 1º lugar dentre os mais vendidos no Reino Unido, Irlanda, Suíça, Escócia e França. Entretanto, o álbum ainda não tem previsão de lançamento nos Estados Unidos e Brasil.

Por Fernando Santosdo  Pensando em Pensamentos

Nicole Scherzinger Apresenta As Novas Pussycat Dolls Pelo Twitter

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Nicole Scherzinger não ficou muito tempo sozinha. Depois de várias notícias sobre o fim das Pussycat Dolls, parece que agora tudo foi esclarecido: através de seu Twitter, Nicole apresentou uma foto da nova formação do grupo, onde agora ela reina absoluta.

Nicole, que há tempos vinha roubando a atenção, inclusive querendo que o grupo se apresentasse como The Pussycat Dolls Feat Nicole Scherzinger, agora é a única remanescente do grupo original. A namorada do piloto Lewis Hamilton continua sendo a voz e o nome principal das Pussycat.

A apresentação das novas meninas aconteceu numa festa particular realizada na sexta-feira, dia 21 de maio, em Los Angeles. Agora é questão de tempo até conhecermos melhor as novas integrantes do grupo.

Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

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Desde que o mundo é mundo – ou pelo menos que a mídia é mídia -, nós presenciamos um fenômeno: as popstars que surgem do nada e basicamente tomam o mundo pop de assalto.

O único problema, pelo menos para elas, é que assim como surgem, essas divas tendem a cair em desgraça de maneira quase meteórica. Não tarda até que paguem mico, raspem o cabelo, sofram um escândalo de playback ou simplesmente fiquem muito gordas para o estrelato. Eis, aqui, uma lista das 10 divas que amamos odiar. Cedo ou tarde, odiamos nossas outrora amadas divas. Acompanhem-me para ver se concordam ou discordam!

LADY GAGA

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Lady Gaga foi como uma virose bizarra. Surgiu do nada e, de repente, estávamos todos irremediavelmente infectados e nenhum médico sabia dizer muito bem o que estava acontecendo. Eis, então, o rótulo mais genérico das moléstias: virose pop. Mas, tal qual a enjoadíssima “My Heart Will Go On“, Lady GaGa foi exposta demais, ouvida demais, vista demais. Ainda não houve tempo hábil para nossa diva cair em desgraça, é fato. Mas as roupas que achávamos tão fascinantes começam a se tornar irritantes. A moça está cheia de processos na justiça. E 90% da população mundial já sente vontade de raspar a língua com gilete ao escutar a frase “p-p-p-p-oker face“. Lady Gaga ainda não caiu, fato. Mas o processo começou. Aguardem.

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MARIAH CAREY

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Essa é oldschool. Mariah Carey surgiu com tudo. Diferente, curvilínea, com vozeirão, traços latinos e aquela adorável cabeleira gigante, combinados com um sorriso caloroso e uma personalidade meiga. Por anos, Mariah foi amada e reverenciada como a voz de uma geração. Até que chegou a idade. Isto não é o problema: a idade chega para todos. As coisas desandaram para Mariah porque seu vestuário não acompanhou a progressão dos anos – e dos quilos. Aos poucos, vimos uma outrora diva com vozeirão se tornar uma quarentona com saias curtas demais que, em uma tentativa desesperada para se encaixar, decidiu entrar no mundo do Hip Hop. Sim, sua produção musical pós-sumiço foi quase tolerável – e se espalhou por aí de maneira alarmante -, mas não tardou para que “Mimi” (*cof cof* tentativa desesperada de parecer jovem *cof cof*) voltasse a agraciar as capas de revistas como um gigantesco “fashion don’t” de voz oscilante. Seus agudos, em vez de impressionar, agora irritam. É, Mariah… Os anos não foram bons com você.

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MALLU MAGALHÃES

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Mallu Magalhães nunca foi diva. Mas virou moda. Quando surgiu, todos queriam saber quem era aquela garotinha de 16 anos que causava tanto rebuliço no mundo musical. Até aí tudo bem. Até que DESCOBRIMOS de quem se tratava. Chatinha, com gostos altamente duvidáveis (não quero ser má, mas começa com “Marcelo” e termina com “Camelo”) e a habilidade de dar entrevistas de uma planta de aquário, aos poucos Mallu Magalhães foi incitando o ódio entre a mídia brasileira. Reparem no boicote. Se antes não podíamos ligar a rádio ou a TV sem nos depararmos com pedaços de “Tchubaruba“, há semanas não escutamos um pio (ou miado ou que quer que seja aquilo que ela faz). Quando aparecer um novo CD, é provável que escutemos uma música ou duas e só. Aos poucos, Mallu deve sumir como veio.

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BRITNEY SPEARS

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Mas é CLARO que não poderíamos esquecer a princesinha bipolar do pop! Britney personifica o termo “hot mess”. Dominou a indústria musical e se tornou o símbolo da geração pop de 20-e-poucos-anos em tempo recorde. Vimos uma rosa desabrochar (e enriquecer) de maneira única. E a vimos murchar e apodrecer com uma velocidade espantosa. De teen idol a grávida, careca e maluca. Até sua irmã entrou na bagunça. Temos que admitir: é uma variação quase admirável de tão brusca. Mas Britney ainda é heroína. Assim como torcemos pela recuperação dos heróis que caem em desgraça, torcemos por Britney. Torcemos para que ela supere sua fase de desgraça pública e ressurja, tal qual fênix das cinzas, e nos surpreenda com um single arrebatador. Com seus últimos 2 CDs, tivemos amostras de sobrevivência. Mas acho que falo por todas aquelas garotinhas de 12 anos que sonhavam em balançar em uma sainha colegial que ainda esperamos uma afirmação incontestável de nossa adorável heroína desequilibrada. Britney, não amamos te odiar. Odiamos te amar. Mas amamos.

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KE$HA

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Essa está fresquinha. Ke$ha mal surgiu e já suscita o ódio alheio. Constantemente alcoolizada, bagaceira e descabelada, Ke$ha chegou no topo da Billboard ontem e já conseguiu a proeza de fazer um show horrível e, ao contrário de Amy Winehouse, sem a “desculpa” de estar completamente trincada de drogas. O maior problema de Ke$ha nem é a música: é a incoerência. A carinha de gêmea Olsen com a atitude Courtney Love e a música Britney criam um misto confuso e, convenhamos, feito sob medida para ser detestado.

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AMY WINEHOUSE

Amy Winehouse 500x451 Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Amy é simplesmente bizarra. E, ao contrário da bizarrice milimetricamente planejada de Lady Gaga, a de Amy é totalmente espontânea. A mulher simplesmente exala desequilíbrio mental. O cabelo, as roupas, os movimentos espásmicos no palco e os barracos físicos com o ex-futuro-marido eterno, seu “encarcerated Blake”, fazem de Amy uma pessoa verdadeiramente única. Isso tudo, claro, unido à sua voz maravilhosa e à música pop de qualidade. Amy, sua doidinha, crack is whack. Não gostamos de drogas, mas gostamos de você. Fique limpa – e ganhe uns quilinhos, porque a vibe caixa toráxica à mostra é meio assustadora.

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TAYLOR SWIFT

taylor swift Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Talvez eu esteja sozinha nessa, mas me recuso a acreditar que só eu acho Taylor Swift absurdamente irritante. A loirinha surge com essa carinha angelical, atitude politicamente correta e musiquinha country no melhor estilo “quero segurar sua mão no recreio” e, de repente, todos a amam. Isto é, todos menos Kanye West que, ao ser rude com a menina, gerou mais reações negativas entre a população americana do que Chris Brown, que tascou-lhe a mão sem dó nem piedade na Rihanna. O fato de um país inteiro ter ido à defesa da garota como se tivessem roubado o último pedaço de bambu de um bebê-panda é, no mínimo, irritante. Por isso, Taylor Swift garantiu seu lugar no top 10.

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MADONNA

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Essa é polêmica. É polêmica porque Madonna é diva eterna. Não estou negando isso. Mas, dadas as recentes estripulias da Rainha do Pop – inclusive a estripulia brasileira de nome bíblico -, o excesso de plásticas e aquele bíceps que deixa o russo titânico de “Rocky 4” no chinelo, podemos dizer que as coisas não são mais as mesmas. Até a música vem deixando a desejar. Entendam: eu não estou desmerecendo a incrível Madonna. E temos que admitir que a mulher teve uma longevidade incrível. Mas meu conselho seria para ela parar, pelo menos com o botox, enquanto está no topo. Fica a dica.

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COURTNEY LOVE

Courtney Love Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

OK, a Courtney Love nunca foi diva pop. Mas já foi diva punk e, no começo do Hole, inspirou muitas garotas revoltadas a pegarem suas guitarras e fazerem “música de garoto” sem medo de serem felizes. A queda de Courtney não começou com a morte de Kurt. Pelo contrário, foi lá que ganhou o raríssimo status de viúva diva, que sofria a morte do cara mais deliciosamente soturno do mundo da música. O problema foi mais recente, quando Courtney se rendeu às cirurgias plásticas e decidiu se tornar mainstream. Divas punks não viram pop, Courtney.

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PUSSYCAT DOLLS

(Ênfase em NICOLE SCHERZINGER)

pussycat dolls 500x312 Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Pussycat Dolls foram trash-glamour desde o começo. Surgiram e iniciaram uma moda instantânea do quase-strip coreografado, com roupas minúsculas e danças provocantes em um equilíbrio bizarro entre os shows de beira de estrada e a música pop. Não tardou para atraírem a atenção dos homens e os comentários maldosos das mulheres ao redor do mundo. E a diva-rainha, Nicole Scherzinger, também não demorou para exibir as garrinhas de porcelana e dar uma de Diana Ross. A cantora enfureceu as abelhas-trabalhadoras ao exigir que os cartazes dos shows da banda digam “Pussycat Dolls featuring Nicole Scherzinger.” Porque ela é especial demais para aparecer com as outras. É, Nicole. Ainda está meio cedo pra você dar uma de Diana. Consolide uma carreira e conversamos, combinado?

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Tudo bem, a lista é uma brincadeira e espero que você tenha entrado no clima. Por isso mesmo, te convido a participar: que diva pop você acha que já chegou lá e começou a rolar ladeira abaixo? Contem pra gente, usem a criatividade, a caixa de comentários é de vocês!

Por Fernanda Prates, do Glutamato Monossódico