Madonna Divulga Clipe Com MIA e Nicki Minaj

Madonna Clipe Madonna Divulga Clipe Com MIA e Nicki Minaj

Pouco tempo depois de confirmar o nome de seu próximo álbum, Madonna divulgou o clipe de sua nova música. Give Me All Your Luvin” conta com participações de M.I.A. e Nicki Minaj.

Publicado em sua página no Youtube, o vídeo estava sendo ansiosamente aguardado por seus fãs, já que não lançava nada desde 2009. Além disso, depois que o single do cd vazou no ano passado, existia um grande clima de expectativa em torno da reunião das cantoras. Em entrevista recente, Madonna revelou que as escolheu para estar ao seu lado por que acredita que são independentes e com vozes únicas. “Elas não são estrelas convencionais e eu realmente as admiro. Eu as adoro“.

Com a primeira performance da música marcada para o próximo domingo durante o Super Bowl, a previsão é de que o cd seja colocado à venda no dia 26 de março. Confira abaixo ao novo clipe:

Give Me All Your Love: Novo Single de Madonna Vaza Na Rede

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Com previsão de lançamento apenas para fevereiro ou março de 2012, uma das faixas do novo álbum de Madonna acabou caindo na net, como vem se tornando praxe. Trata-se da canção Give Me All Your Love, que gerou reações extremas de amor e ódio dos fãs e detratores da cantora.

A revista NME explica que a versão final da música, entretanto, terá a participação das cantoras Nicki Minaj e MIA.

Para ouvir a versão demo de Give Me All Your Love, umas das prováveis faixas do 12º álbum em estúdio de Madonna, basta clicar abaixo:

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Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

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E vocês sabiam que existe um Dia do Sexo? Pois 06 de setembro foi definido em nosso calendário como o Dia do Sexo. Como se trata de uma data super importante, não poderia deixar passar em branco e, por isso, para comemorar, elaborei esse especial que compartilho com vocês. \O/

Mas deixo bem claro que o Sem Tédio é um site de respeito e família, por isso, quase nada de sexo explícito aqui. Apenas um apanhado de referências (e dicas) ao ato em si nos mais diversos meios que movem a nossa amada cultura pop e que insistem em nos deixar SEM TÉDIO.

Com vocês, o SEXO nosso  de cada dia na literatura, cinema, música, nos quadrinhos e até nos jogos de videogame!

Na Literatura:

A CASA DOS BUDAS DITOSOS

a casa dos budas ditosos Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

Escrito por João Ubaldo Ribeiro, o livro A Casa dos Budas Ditosos foi publicado inicialmente dentro do projeto Plenos Pecados, da Editora Objetiva. Com cada livro de um autor diferente contando uma história onde um dos pecados capitais fosse o fio condutor da trama, a Luxúria coube a João Ubaldo, que criou essa sexualmente envolvente história.

Aos 68 anos, a narradora do livro vai contando sua vida, desde muito jovem até o momento em que se encontra. Livre – ou libertina -, ela nunca se furtou de experimentar nenhum tipo de experiência e conta, página a página, sua vida sexual em detalhes sórdidos e minuciosos, muitas vezes descambando para o pornográfico, mas sem perder a classe, transformando o livro num verdadeiro pornô cult.

fernanda budas ditosos Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

Com o sucesso do livro, tempos depois surgiu uma peça baseada e com o mesmo nome de A Casa dos Budas Ditosos, onde, num monólogo, Fernanda Torres dava vida à personagem de João Ubaldo nos palcos, envolvendo a plateia com revelações picantes da vida daquela personagem. Um sucesso, como também foi o livro.

SEXO ANAL [UMA NOVELA MARROM]

sexo anal Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

Com a singela prática sexual sobre a qual a outrora santinha Sandy declarou ser possível ter prazer, Luiz Biajoni criou um romance policial onde o sexo anal permeia toda a história, de forma envolvente e sedutora. Com muitos duplos sentidos.

O autor (que tem ainda em seu currículo obras de nomes sutis como Buceta [Uma Novela Cor de Rosa] e Elvis & Madona [Uma Novela Lilás]), carrega nas tintas, não se priva de incluir em seu texto palavrões, práticas sexuais diversas e todo tipo de falha de caráter em seus personagens, criando uma história que conquistará você. Sem fugir dos clichês, não será possível largar: é pra ler de uma só sentada!

No Cinema:

CALIGULA

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Dirigido por Tinto Brass, Giancarlo Lui e Bob Guccione (sim, três diretores, que foram se revezando na tarefa enquanto um a um abandonava o projeto), em 1979, Caligula conta a história da ascensão e queda do imperador romano Gaius Caesar Germanicus, o famoso Caligula (Malcolm McDowell). Entretanto, não foi por sua trama histórica que o filme ficou famoso e sim por suas cenas de sexo explícito.

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Com quase 3 horas de duração, o filme é comumente chamado de um pornô-épico, com suas cenas de orgias, sexo explícito, flagelação sado-masoquista e escatologia. Controverso, o filme foi financiado pela revista Penthouse, sendo o primeiro a mostrar atores famosos (John Gielgud, Peter O’Toole, Malcolm McDowell, Helen Mirren), envolvidos em cenas de sexo explícito.

SLEEPING BEAUTY

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A história da Bela Adormecida trazida para os dias atuais, seria essa a intenção de Sleeping Beauty? Filme australiano sem previsão de estreia no Brasil e dirigido por Julia Leigh, Sleeping Beauty conta a história de uma jovem (Emily Browning), que arranja um emprego numa “casa” onde realiza o desejo de alguns frequentadores: toma uma droga pesadíssima, entra em estado de sono intenso, e dá prazer à homens que tem o tipo de fantasia de transar com mulheres dormindo – no caso do filme, aparentemente mortas. Só há uma regra: eles podem fazer tudo, menos penetrar a moça.

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Com um argumento pesadíssimo e focando numa personagem principal perdida na vida, o filme não poupa nas cenas de nudez e sexo, mostrando que Emily Browning (assim como Déborah Secco, em Bruna Surfistinha) não se esquivou de um filme polêmico onde seu corpo é mostrado de todos os ângulos.

Na Música:

RITA LEE

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A sempre provocante Rita Lee, com suas letras cheia de insinuações e sugestões, como quem não quer nada fez todo mundo cantar o sexo, sem nem perceber, algumas vezes em sua carreira.

Do sutil convite a um Banho de Espuma, regado à  plena vagabundagem, até a pedidos explícitos para ser deixada de quatro no ato em Lança Perfume, passando pelas diferenças de Amor e Sexo, a cantora sempre usou o seu rock para cantar a relação a dois de forma divertida, bem humorada e natural. Como todo sexo deve ser.

MADONNA

madonna sexy Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

Provocante, Madonna elevou a temperatura do pop com suas músicas e clipes polêmicos. Da insinuação da primeira vez em Like a Virgin à pura blasfêmia (para a Igreja Católica) em Like a Prayer, a cantora sempre se manteve na mídia, mostrando-se dona da situação, como em Erotica, ou simplesmente incentivando todos a lutarem pelo que querem, em Expres Yourself.

Madonna é um ícone e continuará sendo. Com ou sem polêmicas. E talvez o seja porque sempre encarou o sexo de forma tão corriqueira em suas músicas e na vida.

Nos Games:

BEAT ‘EM & EAT ‘EM

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Esse vai ser lembrado apenas por aqueles que um dia já jogaram Atari. Criado pela Mystique, Beat ‘Em & Eat ‘Em foi um jogo que fez bastante sucesso basicamente por ser… proibido para menores (o que, é óbvio, fazia com que todos os menores quisessem jogá-lo).

Bobinho, se comparado a jogos atuais, o Beat ‘Em & Eat ‘Em levava para o Atari uma trama quase idiota: o jogador tinha de controlar algumas mulheres que deveriam engolir o esperma de um pênis “em erupção” que aparecia na tela. A cada 69 (infame!) pontos acumulados, o jogador ganhava uma vida extra.

CUSTER’S REVENGE

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Também produzido pela Mystique – que era uma empresa especializada em joguinhos pornográficos, o Custer’s Revenge acompanhava um caubói que tinha de escapar de várias flechas atiradas por índios. O objetivo do jogador, que comandava o caubói, era alcançar uma índia no final da tela e fazer sexo com ela.

Lançado em 1982, o joguinho para Atari gerou inúmeros protestos nos EUA vindos de organizações de direitos humanos, que diziam que Custer’s Revenge era um jogo com conotação racista e machista.

Nos Quadrinhos:

RADICAL CHIC

radicalchic Dia do Sexo: O Sexo na Cultura Pop

Criada pelo cartunista Miguel Paiva, a Radical Chic surgiu em 1982, dentro do suplemento dominical do Jornal do Brasil. Aos poucos, a personagem foi ganhando fama e conquistando espaço. Sem papas na língua e com uma vida livre, Radical Chic é uma personagem que sempre encarou o sexo com tranquilidade, se envolvendo com mil homens e sem medo de ousar.

Inspirado no personagem, um programa de televisão foi criado e apresentado pela rede Globo, a partir de 1993, com Andréa Beltrão dando vida à Radical Chic e apresentação de Maria Paula.

Na Televisão:

Confira no Blog NaTV, uma seleção com a primeira vez de alguns personagens inesquecíveis do mundo das séries de tevê. Basta clicar aqui!

Querendo ou não, o sexo move a nossa cultura e está presente em todos os lugares. Seja nas bancas de jornais, sejo no milionário mercado pornográfico, seja nas piadinhas que são contadas em qualquer roda de amigos.

No Dia do Sexo, nada mais natural do que falar abertamente sobre o assunto e até mesmo rir da forma muitas vezes debochada em que ele é retratado à nossa volta.

Entretanto, sem mais delongas, divirta-se nesse dia que foi feito para ser usado e abusado. E se não tiver com quem comemorar, deixe seu lado nerd aflorar: aqui no Sem Tédio temos vários outros artigos para você se distrair enquanto o dia não terminar!

Lady Gaga Rebate Comparações com Madonna

lady gaga born Lady Gaga Rebate Comparações com Madonna

Que polêmica é o sobrenome de Lady Gaga ninguém questiona. Entretanto, algumas de suas declarações causam surpresa aos seus fãs e repercutem em todo o mundo. Agora foi a vez da cantora finalmente se manifestar sobre as comparações entre as músicas Born This Way, de sua autoria, e Express Yourself, sucesso de Madonna.

Em entrevista para a revista NME, Gaga chamou de “retardadas” tais comparações, já que para a cantora a única semelhança entre as canções é “a progressão de acordes, a mesma que fez sucesso no pop musica nos últimos 50 anos”.

Gaga disse mais: “Por que eu lançaria uma música querendo me dar bem em cima dos outros? Isso é retardado.”

Quanto ao uso politicamente incorreto da palavra usada para definir as pessoas que comparam os sucessos, “retardada”, Gaga se desculpou mais tarde, no site de fofocas do blogueiro Perez Hilton: “Não foi intencional, estava furiosa.”

Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

divas abertura Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Desde que o mundo é mundo – ou pelo menos que a mídia é mídia -, nós presenciamos um fenômeno: as popstars que surgem do nada e basicamente tomam o mundo pop de assalto.

O único problema, pelo menos para elas, é que assim como surgem, essas divas tendem a cair em desgraça de maneira quase meteórica. Não tarda até que paguem mico, raspem o cabelo, sofram um escândalo de playback ou simplesmente fiquem muito gordas para o estrelato. Eis, aqui, uma lista das 10 divas que amamos odiar. Cedo ou tarde, odiamos nossas outrora amadas divas. Acompanhem-me para ver se concordam ou discordam!

LADY GAGA

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Lady Gaga foi como uma virose bizarra. Surgiu do nada e, de repente, estávamos todos irremediavelmente infectados e nenhum médico sabia dizer muito bem o que estava acontecendo. Eis, então, o rótulo mais genérico das moléstias: virose pop. Mas, tal qual a enjoadíssima “My Heart Will Go On“, Lady GaGa foi exposta demais, ouvida demais, vista demais. Ainda não houve tempo hábil para nossa diva cair em desgraça, é fato. Mas as roupas que achávamos tão fascinantes começam a se tornar irritantes. A moça está cheia de processos na justiça. E 90% da população mundial já sente vontade de raspar a língua com gilete ao escutar a frase “p-p-p-p-oker face“. Lady Gaga ainda não caiu, fato. Mas o processo começou. Aguardem.

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MARIAH CAREY

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Essa é oldschool. Mariah Carey surgiu com tudo. Diferente, curvilínea, com vozeirão, traços latinos e aquela adorável cabeleira gigante, combinados com um sorriso caloroso e uma personalidade meiga. Por anos, Mariah foi amada e reverenciada como a voz de uma geração. Até que chegou a idade. Isto não é o problema: a idade chega para todos. As coisas desandaram para Mariah porque seu vestuário não acompanhou a progressão dos anos – e dos quilos. Aos poucos, vimos uma outrora diva com vozeirão se tornar uma quarentona com saias curtas demais que, em uma tentativa desesperada para se encaixar, decidiu entrar no mundo do Hip Hop. Sim, sua produção musical pós-sumiço foi quase tolerável – e se espalhou por aí de maneira alarmante -, mas não tardou para que “Mimi” (*cof cof* tentativa desesperada de parecer jovem *cof cof*) voltasse a agraciar as capas de revistas como um gigantesco “fashion don’t” de voz oscilante. Seus agudos, em vez de impressionar, agora irritam. É, Mariah… Os anos não foram bons com você.

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MALLU MAGALHÃES

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Mallu Magalhães nunca foi diva. Mas virou moda. Quando surgiu, todos queriam saber quem era aquela garotinha de 16 anos que causava tanto rebuliço no mundo musical. Até aí tudo bem. Até que DESCOBRIMOS de quem se tratava. Chatinha, com gostos altamente duvidáveis (não quero ser má, mas começa com “Marcelo” e termina com “Camelo”) e a habilidade de dar entrevistas de uma planta de aquário, aos poucos Mallu Magalhães foi incitando o ódio entre a mídia brasileira. Reparem no boicote. Se antes não podíamos ligar a rádio ou a TV sem nos depararmos com pedaços de “Tchubaruba“, há semanas não escutamos um pio (ou miado ou que quer que seja aquilo que ela faz). Quando aparecer um novo CD, é provável que escutemos uma música ou duas e só. Aos poucos, Mallu deve sumir como veio.

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BRITNEY SPEARS

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Mas é CLARO que não poderíamos esquecer a princesinha bipolar do pop! Britney personifica o termo “hot mess”. Dominou a indústria musical e se tornou o símbolo da geração pop de 20-e-poucos-anos em tempo recorde. Vimos uma rosa desabrochar (e enriquecer) de maneira única. E a vimos murchar e apodrecer com uma velocidade espantosa. De teen idol a grávida, careca e maluca. Até sua irmã entrou na bagunça. Temos que admitir: é uma variação quase admirável de tão brusca. Mas Britney ainda é heroína. Assim como torcemos pela recuperação dos heróis que caem em desgraça, torcemos por Britney. Torcemos para que ela supere sua fase de desgraça pública e ressurja, tal qual fênix das cinzas, e nos surpreenda com um single arrebatador. Com seus últimos 2 CDs, tivemos amostras de sobrevivência. Mas acho que falo por todas aquelas garotinhas de 12 anos que sonhavam em balançar em uma sainha colegial que ainda esperamos uma afirmação incontestável de nossa adorável heroína desequilibrada. Britney, não amamos te odiar. Odiamos te amar. Mas amamos.

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KE$HA

Keha 500x333 Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Essa está fresquinha. Ke$ha mal surgiu e já suscita o ódio alheio. Constantemente alcoolizada, bagaceira e descabelada, Ke$ha chegou no topo da Billboard ontem e já conseguiu a proeza de fazer um show horrível e, ao contrário de Amy Winehouse, sem a “desculpa” de estar completamente trincada de drogas. O maior problema de Ke$ha nem é a música: é a incoerência. A carinha de gêmea Olsen com a atitude Courtney Love e a música Britney criam um misto confuso e, convenhamos, feito sob medida para ser detestado.

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AMY WINEHOUSE

Amy Winehouse 500x451 Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Amy é simplesmente bizarra. E, ao contrário da bizarrice milimetricamente planejada de Lady Gaga, a de Amy é totalmente espontânea. A mulher simplesmente exala desequilíbrio mental. O cabelo, as roupas, os movimentos espásmicos no palco e os barracos físicos com o ex-futuro-marido eterno, seu “encarcerated Blake”, fazem de Amy uma pessoa verdadeiramente única. Isso tudo, claro, unido à sua voz maravilhosa e à música pop de qualidade. Amy, sua doidinha, crack is whack. Não gostamos de drogas, mas gostamos de você. Fique limpa – e ganhe uns quilinhos, porque a vibe caixa toráxica à mostra é meio assustadora.

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TAYLOR SWIFT

taylor swift Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Talvez eu esteja sozinha nessa, mas me recuso a acreditar que só eu acho Taylor Swift absurdamente irritante. A loirinha surge com essa carinha angelical, atitude politicamente correta e musiquinha country no melhor estilo “quero segurar sua mão no recreio” e, de repente, todos a amam. Isto é, todos menos Kanye West que, ao ser rude com a menina, gerou mais reações negativas entre a população americana do que Chris Brown, que tascou-lhe a mão sem dó nem piedade na Rihanna. O fato de um país inteiro ter ido à defesa da garota como se tivessem roubado o último pedaço de bambu de um bebê-panda é, no mínimo, irritante. Por isso, Taylor Swift garantiu seu lugar no top 10.

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MADONNA

madonna 500x375 Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Essa é polêmica. É polêmica porque Madonna é diva eterna. Não estou negando isso. Mas, dadas as recentes estripulias da Rainha do Pop – inclusive a estripulia brasileira de nome bíblico -, o excesso de plásticas e aquele bíceps que deixa o russo titânico de “Rocky 4” no chinelo, podemos dizer que as coisas não são mais as mesmas. Até a música vem deixando a desejar. Entendam: eu não estou desmerecendo a incrível Madonna. E temos que admitir que a mulher teve uma longevidade incrível. Mas meu conselho seria para ela parar, pelo menos com o botox, enquanto está no topo. Fica a dica.

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COURTNEY LOVE

Courtney Love Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

OK, a Courtney Love nunca foi diva pop. Mas já foi diva punk e, no começo do Hole, inspirou muitas garotas revoltadas a pegarem suas guitarras e fazerem “música de garoto” sem medo de serem felizes. A queda de Courtney não começou com a morte de Kurt. Pelo contrário, foi lá que ganhou o raríssimo status de viúva diva, que sofria a morte do cara mais deliciosamente soturno do mundo da música. O problema foi mais recente, quando Courtney se rendeu às cirurgias plásticas e decidiu se tornar mainstream. Divas punks não viram pop, Courtney.

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PUSSYCAT DOLLS

(Ênfase em NICOLE SCHERZINGER)

pussycat dolls 500x312 Da Graça à Desgraça: Top 10 Divas Instantâneas Que Amamos Odiar (Ou Não!)

Pussycat Dolls foram trash-glamour desde o começo. Surgiram e iniciaram uma moda instantânea do quase-strip coreografado, com roupas minúsculas e danças provocantes em um equilíbrio bizarro entre os shows de beira de estrada e a música pop. Não tardou para atraírem a atenção dos homens e os comentários maldosos das mulheres ao redor do mundo. E a diva-rainha, Nicole Scherzinger, também não demorou para exibir as garrinhas de porcelana e dar uma de Diana Ross. A cantora enfureceu as abelhas-trabalhadoras ao exigir que os cartazes dos shows da banda digam “Pussycat Dolls featuring Nicole Scherzinger.” Porque ela é especial demais para aparecer com as outras. É, Nicole. Ainda está meio cedo pra você dar uma de Diana. Consolide uma carreira e conversamos, combinado?

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Tudo bem, a lista é uma brincadeira e espero que você tenha entrado no clima. Por isso mesmo, te convido a participar: que diva pop você acha que já chegou lá e começou a rolar ladeira abaixo? Contem pra gente, usem a criatividade, a caixa de comentários é de vocês!

Por Fernanda Prates, do Glutamato Monossódico