Harry Potter – Veja Novas Versões da Morte de Voldermort

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Passado algum tempo desde a estreia do último filme da saga Harry Potter, qualquer resquício de novidade sobre a história serve para alegrar fãs. E não seria diferente com imagens conceituais da morte do grande vilão, Voldemort.

Publicadas pelo Collider, as versões foram produzidas pelo artista Andrei Riabotvitchev, na época em que o fim do personagem ainda estava sendo imaginado por David Yates, diretor do último longa. Parte da equipe de efeitos visuais, Andrei publicou as diferentes destruições daquele que não se pode nomear em seu blog pessoal.

Confira abaixo aos finais alternativos e descubra se o escolhido para o cinema é mesmo seu favorito:

Voldemort 01 Harry Potter   Veja Novas Versões da Morte de Voldermort

Voldemort 02 Harry Potter   Veja Novas Versões da Morte de Voldermort

Voldemort 03 Harry Potter   Veja Novas Versões da Morte de Voldermort

Voldemort 04 Harry Potter   Veja Novas Versões da Morte de Voldermort

Daniel Radcliffe Revela Que Gravou Cenas de Harry Potter Enquanto Estava Bêbado

Daniel Radcliffe Daniel Radcliffe Revela Que Gravou Cenas de Harry Potter Enquanto Estava Bêbado

Alguns dias depois de revelar que não mantém um laço de amizade com seus colegas de Harry Potter, Daniel Radcliffe voltar a gerar polêmica. O protagonista da adaptação de J.K Rowling declarou que gravou algumas cenas do filme depois de ter passado a noite inteira bebendo.

Alcoólatra em tratamento, o ator falou sobre seu problema com bebidas recentemente, confira a seguir:

HeatWorld: Você tem apenas 22 anos. As pessoas dessa idade não bebem muito normalmente?
Daniel Radcliffe: Infelizmente não é tão simples assim. Eu tenho uma personalidade com tendência a vícios. Era um problema.

HW: Sério? Nunca surgiram muitas histórias sobre você  perdendo o controle..
DR:  Pessoas com problemas como esse costumam esconder. Não quero entrar em detalhes mas eu bebia muito todos os dias – quer dizer, toda noite. Posso dizer honestamente que nunca bebi no meu trabalho em Harry Potter. Eu ia para o trabalho ainda bêbado, mas nunca bebi lá.

HW: Então era Harry Potter de ressaca?
DR: Posso apontar muitas cenas em que não estou ali. Com o olhar morto.

HW: Você tinha apenas 11 anos quando começaram a gravar. Você acha que crescer em meio aos holofotes contribuiu para seu problema?
DR: Acho que teria acontecido de qualquer maneira. Acho que está em mim. Eu adorei o fato de poder falar com as pessoas e me sentir tão legal e interessante. Mas, depois de um tempo, você está vivendo numa nuvem de vergonha sobre o que fez, o que pode ter dito, o que pode ter feito. Você pode tanto mudar isso ou se render, e eu não estava preparado para isso aos 21.

Em outra entrevista, ao Mirror, Daniel revelou ainda que sente vergonha ao se assistir nos filmes da franquia.

Protagonistas de Harry Potter Não São Amigos

Elenco HP Protagonistas de Harry Potter Não São Amigos

Quem cresceu com a saga Harry Potter ou acompanhou os filmes da história, provavelmente imagina que seu elenco mantém um relacionamento parecido com o da ficção, especialmente por culpa das imagens de divulgação do enredo. No entanto, a química do cinema não se mantém na vida pessoal dos protagonistas.

Uma entrevista concedida por Daniel Radcliffe recentemente decepcionou fãs do personagem ao redor do mundo. Conforme publicado pelo DigitalSpy, o intérprete do jovem bruxo explicou que não tem muita proximidade com Rupert Grint (Ron Weasley). “Existe essa ideia de que Emma Watson (Hermione), Rupert e eu somos melhores amigos que sempre saem juntos. Vou explicar, Emma e eu mandamos mensagens um para o outro o tempo todo, mas Rupert e eu nunca fizemos isso, nunca vemos um ao outro. Se eu o encontro a cada seis meses, ou algo assim, acontece um ‘olá, como estão as coisas’, mas é só isso“, disse ao Sunday Mirror.

As declarações foram feitas durante o lançamento de The Woman in Black, novo filme de Radcliffe e tiveram certa repercussão com o público. Até agora, porém, Rupert não comentou a entrevista.

A Mulher de Preto: Suspense com Daniel Radcliffe Ganha Primeiro Cartaz

mulher de preto 350x500 A Mulher de Preto: Suspense com Daniel Radcliffe Ganha Primeiro Cartaz

Depois de viver o terror de quase morrer nas mãos de Voldmort em Harry Potter, Daniel Radcliffe deve enfrentar outro tipo de situação amedrontadora. O ator é o protagonista de A Mulher de Preto, suspense que deve chegar aos cinemas em 2012 e que acaba de ganhar o primeiro pôster.

Com roteiro de Jane Goldman (do excelente X-Men: Primeira Classe) e direção de James Watkins, A Mulher de Preto é produzido pela Hammer Filmes, produtora que no fim dos anos 90 era especializada em lançar clássicos filmes de terror.

Agora nos resta aguardar para conferir o eterno Harry vivendo outro papel, numa trama que promete aterrorizar.

A Arma Escarlate, de Renata Ventura

aarmaescarlate A Arma Escarlate, de Renata Ventura

Comecei a leitura de A Arma Escarlate, romance de estreia de Renata Ventura, de peito aberto. Gostei da ousadia de trazer para o Brasil o mundo de bruxos criado por J.K. Rowling e imortalizado na série Harry Potter. Mais do que isso, me diverti nas primeiras páginas, quando ela subvertia feitiços e nomes conhecidos pelos leitores da obra original, quando citava-sem-citar personagens conhecidos por todos os leitores, quando nos levou para as entranhas do Corcovado para conhecer uma das escolas de bruxaria sediadas no Brasil. Mas, não sei precisar em qual momento, tudo desandou. E o que prometia ser um prazer de leitura, se transformou em algo arrastado e bobo, que culminou com o meu desejo sincero de que essa bobagem tenha chegado ao fim nesse primeiro (e que Dumbledore diga amém!) e único volume de uma possível série sobre o mundo de magia brasileiro.

Pra começar, é impossível não comparar A Arma Escarlate com as criações de J.K. Rowling. Logo na Nota do Autor, no início do livro, Renata explica o motivo de sentir-se autorizada pela própria autora inglesa e criar sua “obra”. Pobre J. K. Rowling. Pobres de nós.

Imagine o mundo bruxo criado por J. K. Rowling em Harry Potter. Imagine as criaturas mágicas, as escolas européias – Hogwarts, o lugar que aprendemos a amar, principalmente -, o aprendizado dos jovens bruxos. Renata Ventura pega tudo isso que era fascinante e traz esse universo para o Brasil. Imaginaram uma coisa muito legal? É isso, só que ao contrário.

Para Renata Ventura, o Brasil possui cinco escolas de magia. Em nosso país, os trouxas são chamados de azêmolas (e, a partir do meio do livro, ganham outra denominação: mequetrefes), os feitiços em latim não funcionam, e a Korkovado (a escola de magia retratada no livro) é um pandemônio, feito uma escola pública piorada. Esqueça as quatro casas de Hogwarts (Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal); no Brasil, a disputa dentro da Korkovado acontece entre dois grupos de alunos, os Pixies (uma espécie de Restart piorados – sim, é possível!) e os Anjos. Quadribol? Ah, isso é para os fracos. Os jovens bruxos no Brasil preferem surfar no mar em cima de vassouras ou praticar o Jogo das Luzes, uma espécie de capoeira. Além disso, cultura européia é rechaçada, e o amor às nossas raízes é o tempo todo pregado pelos personagens do livro. Parece chato pra você? Então, é pior!

Mas então, se você gostou pelo menos do início do livro, é melhor avançar, não é mesmo? Vai que os personagens podem salvar esse samba-do-bruxo-doido criado para a história. Mas é aí que tudo desanda de vez, porque os personagens, aqueles por quem deveríamos torcer e vibrar, conseguem ser o que o livro tem de pior, a começar pelo protagonista.

Hugo Escarlate, nascido Idá Aláàfin (sim, eu juro!), é um dos personagens MAIS CHATOS que já vi na minha vida. Sério, em vários momentos eu só pedia que alguém metesse um tiro de fuzil na cabeça do desgraçado, porque isso seria um bem pra humanidade. Hugo é insuportável, daquele tipo de pessoa que não deve ter NENHUM amigo, egoísta ao extremo e que tem seus piores atos perdoados pela autora. Parece convidativo pra você acompanhar um personagem desses? Então, é ele o fio condutor de A Arma Escarlate. Nascido no Morro Dona Marta, o pivete sempre teve um pezinho no crime e, ao se descobrir bruxo, mente para tudo e todos à sua volta e, se já não bastasse, do meio do livro pra lá (que parece não ter uma história em si pra contar) passa a vender cocaína para arrecadar dinheiro e manter sua mãe trouxa, ops, azêmola, quer dizer, mequetrefe, a salvo na favela. Ah, esqueci de dizer: ele se apaixona (tem 13 anos o pivete) na Korkovado, claro. Por alguém improvável, que promete muito e acaba sendo só bobo, como toda a história. Quer dizer…

Ah, mas você está sendo muito crítico com o livro e os personagens, deve ter pelo menos um interessante!, você pode estar pensando. Não, não tem! Entre os insuportáveis pixies, nenhum se salva, mas o tal do Capí é o pior. Sabe aquele tipo de personagem politicamente correto, mais chato que mocinha chorona de novela? É o tal do Capí. Se a autora queria criar um personagem em quem as pessoas se inspirassem e com quem fôssemos empáticos, conseguiu o contrário. Cada vez que o mala aparecia, eu tinha vontade de pular as páginas e não ler a boboseira que viria a seguir. Em diversos momentos eu só pensava que poderia acontecer um incêndio, um terremoto, um tsunami, sei lá, uma invasão de bruxos ingleses, e que todos aqueles personagens morressem para que a autora pudesse ter a chance de começar a história de novo, dessa vez fazendo algo direito. Mas claro, eu não iria ler essa nova tentativa.

Como disse, o começo da história é até que minimamente interessante. Você acaba interessado em saber o que está por vir, mesmo que tenha de acompanhar aquele menino por mais algumas páginas (convenhamos que até o Harry conseguia ser bem chatinho, às vezes). Mas então você vai lendo e lendo e a leitura vai se tornando insuportável, medíocre, boba e você só tem vontade de raspar a própria língua com Gillette a continuar lendo aquilo.

Dessa forma, sou obrigado a desejar do fundo do meu coração que J. K. Rowling (nem você, caro leitor, se tiver bom senso) nunca leia essa bobagem criada por Renata Ventura. Porque, sim, acho sinceramente que Renata pensou um dia em ter sucesso e ser lida e, quem sabe, reverenciada, pela autora inglesa. Afinal, ela puxa o saco dedica o livro a ela com uma singela frase:

a J. K. Rowling, bruxinha boa que nos deu um mundo novo.

Sou obrigado a concordar. O mundo de J. K. Rowling era novo e vibrante. O que Renata tentou fazer foi atentar contra uma obra perfeita, que não precisa de cópias baratas e medíocres.

A Arma Escarlate é quase um Dementador da originalidade.

OBS: Depois de alguns comentários (que vocês podem ler abaixo) da Patrulha do Spoiler, modifiquei uma ou outra coisa que poderia “estragar” a leitura dos desavisados. O fiz mais pelo comentário sincero da própria autora, que se dignou a aparecer aqui na Caixa de Comentários e dar a sua própria opinião a respeito do meu texto.

Deixo claro aos fãs e aos leitores ocasionais, gosto é gosto e cada um tem o direito de achar o que quiser do livro. Eu, sinceramente, não mudo uma linha do que escrevi: não gostei! Mas respeito quem possa ter se empolgado com a história que, pelo menos, parece criar novos leitores apaixonados, um feito e tanto para o trabalho de uma nova autora. E Renata merece todos os elogios por conseguir isso.