A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, Spin-Off de Crepúsculo, Pode Virar Filme

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Amanhecer (e suas duas partes) ainda nem chegaram aos cinemas, mas os produtores da saga Twilight nos cinemas já pensam em levar o spin-off da história para as telas grandes também. Trata-se de uma versão para o cinema de A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, livro onde Stephenie Mayer conta a história de Eclipse de um ponto de vista diferente e que já falamos sobre aqui no Sem Tédio.

Em Eclipse, a jovem Bree foi vivida pela atriz Jodelle Ferland, mas, se o novo filme realmente sair da esfera dos projetos, segundo o site Perez Hilton, Jodelle pode ficar foda do projeto.

jadele A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, Spin Off de Crepúsculo, Pode Virar Filme

“É muito cedo para falar sobre o elenco e tudo o que ouvimos é apenas especulação, mas não acredito que eles (a Summit, produtora dos filmes no cinema) planeje usar Jodelle Ferland nessa continuação. Tudo é uma questão de números e nomes.” -escreveu o blogueiro Perez Hilton.

Será que os fãs da saga Twilight iriam ao cinema conferir A Breve Segunda Vida de Bree Tanner também?

Eclipse, de David Slade

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Total Eclipse of the Heart – Impressões Passionais de Eclipse

Praqueles que disseram que Eclipse é “o melhor filme dos três”, eu pergunto: quais foram os outros dois que vocês assistiram? Porque, pra mim, Eclipse não funcionou em momento algum. Vou deixar a imparcialidade de lado e ficar um pouco mais passional; gostei bastante dos dois primeiros filmes, e devo ser o único não-twiharder a admitir isso. E enquanto todo mundo dizia que Eclipse era o melhor livro, eu não o suportei ler integralmente e, no final, já estava só passando o olho pelos parágrafos para ver se não perdia nada muito importante e partia para a próxima página (mas ainda assim foi uma surpresa ver Leah se transformando em lobisomem enquanto lia Amanhecer; não lembrava desse detalhe).

Lua Nova não tem razão para existir, é só sofrimento, mas não tem Edward em 80% do filme e a trilha sonora é espetacular, então vale a pena. E o ar indie de fotografia escura e azulada do “primogênito”, combinado com a também sensacional trilha sonora liderada por Paramore, não me deixa cansar de assistir a Crepúsculo. E eu realmente tentei encontrar um bright side em toda aquela palhaçada que assisti em Eclipse, mas não encontrei nada que tirasse o amargo gosto da decepção da minha boca.

A melhor coisa dos filmes da série é a trilha sonora, e dessa vez nem isso funcionou. Frente à depressiva (e ainda assim ótima) trilha de Lua Nova, a de Eclipse é quase uma ode à felicidade, mas ainda assim não deu certo. A coletânea presente no CD é boa (Florence + the Machine, Muse e Band of Horses. Não preciso falar mais nada.), mas só umas duas não parecem completamente deslocadas em cena. Parece que Alexandra Patsavas – responsável pelas trilhas dos filmes anteriores e de séries como The OC, Grey’s Anatomy e Supernatural – colocou o Ipod no shuffle e simplesmente jogou aquilo que ouviu primeiro.

E sério, com todo o sucesso da série, todo o dinheiro que eles devem gerar, ainda fazem uma cena como aquela da neve no final? David Slade nunca usou chroma key na vida?

Melissa Rosemberg, a milagreira que conseguiu espremer os arrastadíssimos livros de Stephenie Meyer e fazer dois filmes bem “assistíveis”, perdeu o rumo de casa. Eclipse é cansativo e repetitivo demais. De um lado, temos Edward pedindo Bella em casamento em 90% de suas cenas. De outro, Bella, incrivelmente ainda mais deprimida do que nos filmes anteriores, insiste em ser transformada em 80% das suas. E ainda de um outro lado, tem o Jacob dizendo ser melhor do que Edward toda vez que abre a boca. Assim não dá pra ser feliz.

E todo mundo dizia que Eclipse ia ter mais ação. Pra quem esperava uma boa cena de guerra entre os Vampiros do Bem & Lobisomens vs. Recém-criados, aqueles cinco minutos foram bem fail. Bryce Dallas Howard é digna, mas não tem a cara de malévola da Rachelle Lefevre. Mas Rachelle, super famosa, quebrou contrato com a Summit pra gravar uma comédia super boa e nada flopada só com atores bem famosos e cheios de sucesso. Er.

A repressão mórmon de Meyer e sua oposição ao sexo antes do casamento – ainda mais uma coisa tão freak quanto o coito entre um vampiro e uma humana – ficam ainda mais insuportáveis quando os personagens só falam nisso, e em como o ato seria horrível e mágico e ruim e maravilhoso. Quase uma versão sobrenatural de The Secret Life of the American Teenager, de acordo com o site da revista Time.

Ou seja, o filme não levou a nada, não avançou história nenhuma e não teve nenhuma reviravolta digna de menção. As atuações não convenceram, os vilões também não e os efeitos muito menos. Foi mais trash do que o normal, mas bem longe daquele trash que vira cult. Se o pessoal superar as crepusculetes que enchem salas de cinema com seus gritos estridentes cada vez que Taylor Lauter tira a camiseta e conseguir enxergar além do preconceito, o primeiro filme até tem alguns dos atributos necessários para alcançar tal status. Mas depois o negócio ficou comercial demais e Eclipse passa longe de ser cultuado por tribos alternativas. Só pelas crepusculetes.

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Praqueles que disseram que Eclipse é “o melhor filme dos três”, eu pergunto: quais foram os outros dois que vocês assistiram? Porque, pra mim, Eclipse não funcionou em momento algum. Vou deixar a imparcialidade de lado e ficar um pouco mais passional; gostei bastante dos dois primeiros filmes, e devo ser o único não-twiharder a admitir isso. E enquanto todo mundo dizia que Eclipse era o melhor livro, eu não suportei ler integralmente e, no final, já estava só passando o olho pelos parágrafos para ver se não perdia nada muito importante e partia para a próxima página (mas ainda assim foi uma surpresa ver Leah se transformando em lobisomem em Amanhecer; não lembrava desse detalhe).

Lua Nova não tem razão para existir, é só sofrimento, mas não tem Edward em 80% do filme e a trilha sonora é espetacular, então vale a pena. E o ar indie de fotografia escura e azulada do “primogênito”, combinado com a também sensacional trilha sonora liderada por Paramore, não me deixa cansar de assistir a Crepúsculo. E eu realmente tentei encontrar um bright side em toda aquela palhaçada que assisti em Eclipse, mas não encontrei nada que tirasse o amargo gosto da decepção da minha boca.

A melhor coisa dos filmes da série é a trilha sonora, e dessa vez nem isso funcionou. Frente à depressiva (e ainda assim ótima) trilha de Lua Nova, a de Eclipse é quase uma ode à felicidade, mas ainda assim não deu certo. A coletânea presente no CD é boa (Florence + the Machine, Muse e Band of Horses. Não preciso falar mais nada.), mas só umas duas não parecem completamente deslocadas em cena. Parece que Alexandra Patsavas – responsável pelas trilhas dos filmes anteriores e de séries como The OC, Grey’s Anatomy e Supernatural – colocou o ipod no shuffle e simplesmente jogou aquilo que ouviu primeiro.

E sério, com todo o sucesso da série, todo o dinheiro que eles devem gerar, ainda fazem uma cena como aquela da neve no final? David Slade nunca usou chroma key na vida?

Melissa Rosember, a milagreira que conseguiu espremer os arrastadíssimos livros de Stephenie Meyer e conseguiu fazer dois filmes bem “assistíveis” perdeu o rumo de casa. Eclipse é cansativo e repetitivo demais. De um lado, temos Edward pedindo Bella em casamento em 90% de suas cenas. De outro, Bella, incrivelmente ainda mais deprimida do que nos filmes anteriores, insiste em ser transformada em 80% das suas. E ainda de um OUTRO lado, tem o Jacob dizendo ser melhor do que Edward toda vez que abre a boca. Assim não dá pra ser feliz.

E todo mundo dizia que Eclipse ia ter mais ação. Pra quem esperava uma boa cena de guerra entre os Vampiros do Bem & Lobisomens vs. Recém-criados, aqueles cinco minutos foram bem fail. Bryce Dallas Howard é digna, mas não tem a cara de malévola da Rachelle Lefevre. Mas Rachelle, super famosa, quebrou contrato com a Summit pra gravar uma comédia super boa e nada flopada só com atores bem famosos e cheios de sucesso. Er.

A repressão mórmon de Meyer e sua oposição ao sexo antes do casamento – ainda mais uma coisa tão freak quanto o coito entre um vampiro e uma humana – ficam ainda mais insuportáveis quando os personagens só falam em nisso, e em como o ato seria horrível e mágico e ruim e maravilhoso. Quase uma versão sobrenatural de The Secret Life of the American Teenager, de acordo com o site da revista Time.

Ou seja, o filme não levou a nada, não avançou história nenhuma e não teve nenhuma reviravolta digna de menção. As atuações não convenceram, os vilões também não e os efeitos muito menos. Foi mais trash do que o normal, mas bem longe daquele trash que vira cult. Se o pessoal superar as crepusculetes que enchem salas de cinema com seus gritos estridentes cada vez que Taylor Lauter tira a camiseta e conseguir enxergar além do preconceito, o primeiro filme até tem alguns dos atributos necessários para alcançar tal status. Mas depois o negócio ficou comercial demais e Eclipse passa longe de ser cultuado por tribos alternativas. Só pelas crepusculetes.

Astros de Eclipse na Capa da Entertainment Weekly

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Com a aproximação da estréia de Eclipse (dia 30 de junho), terceiro filme baseado na franquia Crepúsculo, a revista americana Entertainment Weekly preparou duas capas com os jovens astros do filme. Numa delas, Kristen Stewart, a jovem Bella aparece sozinha; na outra, os galãs da trama Robert Pattinson (Edward) e Taylor Lautner (Jacob) dividem a capa da publicação.

Agora, é muita maldade da minha pessoa, ou vocês também sentiram uma vibe muito Brokeback Mountain na capa com os jovens rapazes?

broke entertaiment 570x380 Astros de Eclipse na Capa da Entertainment Weekly

É, espera aí que vou ali limpar o veneno que está escorrendo da minha boca! icon wink Astros de Eclipse na Capa da Entertainment Weekly

Eclipse: Várias Imagens de Divulgação do Filme

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Com estreia agendada para o dia 30 de junho, os fãs podem ir se preparando para o terceiro capítulo da saga Crepúsculo nos cinemas: vários cartazes promocionais de Eclipse podem ser conferidas a partir de agora aqui no Sem Tédio.

Pra começar, podemos ver toda a matilha de lobisomens da história, formada por Jacob, Sam, Jared, Paul, Quill, Embry, Seth e Leah.

eclipse matilha 570x831 Eclipse: Várias Imagens de Divulgação do Filme

Num outro cartaz podemos ver os temidos Volturi, que tem uma maior participação em Eclipse.

eclipse volturi 570x831 Eclipse: Várias Imagens de Divulgação do Filme

Somos também apresentados a Riley, um novo vampiro recém-criado e parceiro de Victória na história.

eclipse riley 570x831 Eclipse: Várias Imagens de Divulgação do Filme

Pra terminar, ela, a mocinha da história, Bella Swan.

eclipse bela 570x831 Eclipse: Várias Imagens de Divulgação do Filme

Agora é só aguardar, afinal, o dia 30 de junho já está quase chegando!

Anunciada a Trilha Sonora de Eclipse

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O twitter oficial da trilha sonora do 3º filme da saga Crepúsculo – Eclipse, divulgou há alguns dias a track list oficial do álbum, que será lançado mundialmente em 8 de Junho. Como de costume, vários nomes do cenário indie underground fazem parte da lista, destacando alguns mais conhecidos como Vampire Weekend, Band of Horses e Florence + the Machine. Confira as faixas:

1. Metric- Eclipse (All Yours)
2. MUSE- Neutron Star Collision (Love Is Forever)
3. The Bravery- Ours
4. Florence + The Machine- Heavy In Your Arms
5. Sia- My Love
6. Fanfarlo- Atlas
7. The Black Keys- Chop And Change
8. The Dead Weather- Rolling In On A Burning Tire
9. Beck and Bat For Lashes- Let’s Get Lost
10. Vampire Weekend- Jonathan Low
11. UNKLE- With You In My Head (Feat. The Black Angels)
12. Eastern Conference Champions- A Million Miles An Hour
13. Band of Horses- Life On Earth
14. Cee Lo Green- What Part of Forever
15. Howard Shore- Jacob’s Theme

Alexandra Patsavas (dos dois filmes anteriores e séries como The OC, Grey’s Anatomy e Supernatural) volta a assinar como supervisora musical da trilha, que ainda conta com uma faixa em português exclusiva para fãs brasileiros. A faixa “Eterno Pra Você” – que não estará no filme, apenas na edição nacional da trilha sonora – é uma contribuição da banda Hori, liderada pelo filho-do-Fábio-Junior Fiuk.
A trilha também conta com mais uma participação da banda Muse – a única a estar presente nas três trilhas sonoras da saga –, agora com uma música inédita: Neutron Star Collision (Love Is Forever) é o single “carro-chefe” da trilha sonora. O clipe foi lançado hoje e você confere no site da MTV UK, clicando aqui.

A Saga Crepúsculo: Eclipse estreia dia 30 de Junho.