American Dad: Paródia Pornô do Desenho Animado Ganha Trailer

american dad American Dad: Paródia Pornô do Desenho Animado Ganha Trailer

Isso é pra você que é fã do bizarro. Ou para você, que lê/vê esse tipo de coisa e não acredita que possa ser verdade. Mas é. Eu juro!

Sabem o desenho politicamente incorreto American Dad? Pois é, estão preparando uma paródia pornô do desenho. Sim, você leu certo: PORNÔ! Com atores de carne e osso interpretando os personagens. O.o

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E se você é como eu, que precisa ver para crer (e se chocar), abaixo o trailer do filme American Dad XXX, com direito a alienígena Roger e tudo no elenco:

Produção da Exquisite Filmes, American Dad XXX será lançado em setembro, em DVD.

Hum… Só uma palavra define: BIZARRO!

Segundas Intenções, de Roger Kumble

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No final da década de 90, um filme feito para jovens chamou a atenção. Numa tentativa de recriar os clássicos com uma roupagem mais jovem, vários filmes apareciam - 10 Coisas Que Eu Odeio em Você, Romeu + Julieta, etc -, mas entre eles, Segundas Intenções (Cruel Intentions) causou um burburinho maior: repleto de nomes conhecidos do público e com uma história deliciosa, um novo clássivo surgia, baseado em um clássico já conhecido.

A história de Segundas Intenções é baseada no clássico da literatura francesa Les Liaisons Dangereuses, de Pierre Choderlos de Laclos. Em 1988, o livro já havia chegado aos cinemas em Ligações Perigosas (Dangerous Liaisons), que concorreu a sete Oscars, incluindo de melhor filme. A diferença de Segundas Intenções foi a ambientação para os dias atuais e o elenco jovem e promissor.

Kathryn Mertuil (Sarah Michelle Gellar) e Sebastian Valmont (Ryan Phillippe) são “irmãos” desde que seus pais se casaram. Ricos até dizer chega, fazem parte da elite de Nova York e tem como esporte seduzir e jogar com as pessoas. Quando Kathryn é “trocada” pelo namorado pela insossa Cecile Caldwell (Selma Blair), a jovem decide destruir a reputação da moça e, para isso, pede a ajuda do “irmão”, que acha o desafio fácil demais. Até que Sebastian conhece Annette Hargrove (Reese Whisterpoon), filha do novo diretor da faculdade, que num artigo fez apologia à virgindade e decide dormir com a moça, que entretanto, avisada pela mãe de Cecile da fama do rapaz, a princípio o rechaça. A partir daí, o jogo começa.

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Em Segundas Intenções os protagonistas não são bonzinhos. Tanto Kathryn quanto Sebastian são totalmente amorais e se divertem com suas armações. A diferença é que Sebastian pouco se lixa para a fama que tem, enquanto Kathryn mantém o status de boa moça.

Com interpretações consistentes e elenco afiado, além de cenas mais do que provocantes, o filme é delicioso de ser assistido, com cenas já antológicas, como quando Kathryn convence Sebastian a apostar a virgindade de Annette e lhe promete permitir que ele transe com a única mulher que ele ainda não teve, ela mesma, da forma que ele quiser.

Com um final com uma grande reviravolta, Segundas Intenções é realmente uma ótima história que merece ser visto e revisto. Fora que é muito interessante observar jovens atores hoje bastante conhecidos no início de suas carreiras.

A Última Música, de Julie Anne Robinson

ultima musica 340x499 A Última Música, de Julie Anne Robinson

Estou começando a achar que tenho uma leve predisposição à gostar dos filmes água-com-açúcar baseados nos livros de Nicholas Sparks. O engraçado é que todos os clichês estão lá, mas você simplesmente não consegue não gostar da mistura. É algo que te pega de um jeito e você se envolve com aquelas histórias. Pelo menos comigo foi assim com Diário de Uma Paixão, Um Amor Pra Recordar e Querido John. E não foi diferente com A Última Música.

Antes de mais nada, deixo claro: não conheço a Miley Cyrus. Bem, conheço. Sei que a atriz dava vida à Hanna Montana, que como quase todos os astros teens da Disney, anda com a cabeça meio despirocada agora, mas só. Não acompanhei o trabalho da atriz, não conhecia suas músicas, muito menos a forma como atuava. Assim, digo que gostei de sua personagem, Roonie, que é o fio condutor de A Última Música.

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O roteiro segue o fácil caminho da história da garota revoltada de Nova York que tem de passar um tempo fora da cidade e se adaptar a isso. Miley Cyrus vive Roonie, uma jovem com mil problemas, mas com aptidão natural para a música, que ela deixa de lado como forma de implicar com o pai, que se afastou da família depois do divórcio. Como é verão e a mãe de Roonie vai se casar em breve, a filha mais velha e o irmão mais novo vão passar uma temporada com o pai. Ali, numa cidade praiana do sul dos EUA, Roonie se apaixonará por Will, um jovem local (que, claro, será rico, o que impedirá um pouco a história de amor do casal – convencionices de roteiro) e, graças à música, se reaproximará de seu pai.

Algumas das melhores cenas do filme, entretanto, são do jovem ator Bobby Coleman, que vive Jonah, o irmão de Roonie. O menino é um achado e suas cenas são ótimas, indo dos momentos divertidos ao drama, no terço final da história.

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E é nessa parte que surge o dedo e o toque de Nicholas Sparks. Acho que o autor é traumatizado com alguém que tenha morrido de câncer, afinal, a doença é frequente em suas histórias: aqui, é o pai de Roonie, Steve, quem está em seus últimos dias de vida e esconde a doença dos filhos.

No geral, A Última Música é uma gostosa diversão, com boa trilha sonara e, até mesmo, bem dirigido, principalmente se levarmos em conta que foi a estreia na direção de Julie Anne Robinson, oriunda da televisão, apenas com episódios de séries como Grey’s Anatomy no currículo antes do filme. A história diverte, emociona e, em alguns momentos, chega a empolgar. Vale a pena assistir, principalmente bem acompanhado.

Percy Jackson e o Ladrão de Raios, de Chris Columbus

percy jackson filme Percy Jackson e o Ladrão de Raios, de Chris Columbus

Assisti a Percy Jackson e o Ladrão de Raios horas depois de terminar a leitura do livro de mesmo nome em que, teoricamente, o filme se basearia. Ledo engano, meus caros, ledo engano. E, apesar de eu SEMPRE comparar filmes com livros em que são inspirados, esse Percy Jackson e o Ladrão de Raios consegue a proeza de ganhar de longe como a pior adaptação cinematográfica de um livro já feita na Terra. Sério, Chris Columbus dessa vez se superou (e olha que o que ele fez com Harry Potter e a Pedra Filosofal já era uma grande M em sua carreira).

Sou chato, eu sei, mas não sei como não ser. Tudo bem, alguns personagens, situações e lugares até se encontram presentes nesse filme, mas NADA tem a ver com o livro original da saga Percy Jackson & os Olimpianos. Mas, como o objetivo não é comparar os dois, analisarei o filme isoladamente, o que, confesso, não é nada fácil.

A história é basicamente a seguinte: o raio de Zeus foi roubado e ele acusa o irmão de ter mandado seu filho, Percy, roubá-lo. Percy, que até então nem sabia que era um semideus, acaba num acampamento, onde sua mãe é ‘morta’ por um minotauro. Hades, que quer o raio para si, promete a mãe de Percy de volta, se esse lhe entregar o raio. E é isso.

Tudo no filme é chato e distorcido em relação ao livro. Quase dormi em VÁRIOS momentos e me constrangi MUITO por alguns atores. Pierce Brosnan está deprimente como Quíron, metade homem, metade cavalo; e Uma Thurman, coitada, nunca deveria ter aceitado viver Medusa depois de já ter vivido o ridículo em Batman & Robin.

medusa 500x281 Percy Jackson e o Ladrão de Raios, de Chris Columbus

Fora isso, a trama inventada para o filme, da busca pelas pérolas que os tirariam do Mundo Inferior é tão fraca quando comparada ao que faz os personagens do livro viajarem pelos EUA. E o momento do cassino, em Las Vegas, é MAIS do que constrangedor e eu morri de rir com as músicas Poker Face, de Lady Gaga, e Tik Tok, de Ke$ha, como trilha sonora do momento.

E se, pelo menos nos filmes de Harry Potter, vemos o garoto, assim como nos livros, crescendo no decorrer da história, sendo em seu primeiro filme ainda uma criança (como nos livros), Percy surge para nós já adolescente, contrariando totalmente o que lemos no livro, já que neste ele é um jovem de 12 anos. Fora que forçar um envolvimento amoroso entre Percy e Anabeth foi o fim da picada.

Pior que isso, somente os deuses do Olimpo. Aliás, a credibilidade de Poseidon foi toda por água abaixo (sem piadinha) ao me dar conta de que se tratava do Dr. Owen Hunt, de Grey’s Anatomy. E eu que achava que Gregory House, como pai do Stuart Little, fosse triste.

Sendo assim, acho que não preciso nem dizer, né? Odiei Percy Jackson e o Ladrão de Raios. Se fui influenciado por ver o filme assim que terminei de ler o livro? Até pode ser, mas, acredite em mim: o filme é ruim. E ponto!

I am… World Tour, de Beyoncé

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I am… Sasha Fierce foi um dos álbuns mais premiados da história da música e, devido ao seu grande sucesso, Beyoncé lançou em fevereiro de 2009 uma tour mundial. Depois de filmar 108  performances do show que foi sua estréia como diretora (além de produtora), em 78 cidades diferentes, Beyoncé passou 9 meses editando o registro da sua I am… World Tour.

“Eu quis que todos os shows aparecessem pelo menos uma vez, então imaginem o trabalho que deu”, disse a diva em entrevista para promoção do DVD. “Queria que quem tivesse ido assistir ao show o experimentasse de outra maneira, do meu ponto de vista”. E ela conseguiu o que pretendia.

Misturando imagens dos ensaios, dos bastidores, de seus momentos íntimos em quartos de hotéis pelo mundo com as performances, Beyoncé conseguiu criar um DVD muito emocionante. A personagem Sasha Fierce (que ela diz encarnar quando sobe ao palco para as músicas mais agitadas), forte, independente e sexy, contrasta o tempo todo com a mulher Beyoncé, que aparece nos bastidores sempre contida e muitas vezes frágil.

Um dos grandes desafios de uma artista como Beyoncé é a criação da set list do show e, com tantos sucessos em sua carreira, muitas músicas foram reduzidas a meros segundos, e outras completamente omitidas dos shows ao vivo (Sweet dreams e Me, myself and I, por exemplo). Ainda assim, quase 30 músicas são apresentadas. Nas passagens entre as músicas, vídeos da ‘disputa’ entra a doce Beyoncé e a elétrica Sasha Fierce e filmagens caseiras da moça ainda criança, mostrando já alguns dos movimentos que a caracterizam até hoje.

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Beyoncé surge no palco apenas como uma silhueta, até ser iluminada pelo imenso telão com holofotes às suas costas. O show começa com seu primeiro sucesso solo, Crazy in love, com participação especial do marido Jay-Z, seguida de Naughty girl. Na seqüência, ela canta o hit Freakum dress (uma das performances mais enérgicas do DVD). Com imagens da cantora fazendo uma contagem regressiva para rever o marido, começam os primeiros acordes de Smash into you, onde ela aparece à frente de um oceano azul no telão. Ela emenda uma das partes mais bonitas do show, quando canta Ave Maria e é vestida de noiva pelos dançarinos.

A americana segue o show com as baladas Broken-hearted girl e If I were a boy, na qual ela entoa alguns versos de You Outta Know de Alanis Morrissette. Logo depois a tranformação em Sasha Fierce volta a acontecer e ela faz uma das melhores coreografias do show, com Diva. Em Radio, várias cenas dela criança são passadas no telão, mostrando que a veia artística se manifestou cedo. Kanye West faz uma participação especial na próxima música, Ego, onde são apresentadas imagens dos ensaios da tour. A seguir, ela apresenta uma canção inédita aos fãs, Hello.

Para cantar Baby boy e passar do palco principal para um palco menor, no meio dos espectadores, Beyoncé é içada por cabos e parece flutuar sobre a platéia. No palco menor, ela convida os fãs a cantar seu hit Irreplaceable, para depois cantar e dançar Check on it, Bootylicious, Upgrade U e Video phone. Perguntando a um fã próximo qual seu nome, ela começa o hit Say my name e volta ao palco principal para cantar as baladas At last, com imagens da luta dos negros pela independência e igualdade (chegando obviamente a Barack Obama), e Listen, da trilha sonora do filme Dreamgirls.

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A seguir, o momento mais esperado do show, seu maior sucesso Single Ladies (Put a ring on it). A princípio são mostradas imagens do concurso feito pelo site oficial da cantora onde os fãs fazem a coreografia em vídeos amadores pelo mundo todo. Depois é a vez da própria Beyoncé voltar ao palco para fazer a já icônica coreografia.

Finalizando o show, um vídeo da cantora se perguntando porque ela tem a vida que tem, o dom que tem e, finalmente, agradecendo a Deus por estar viva e realizando seus sonhos, emociona até mesmo os que não são fãs. Ela canta então Halo, descendo do palco para se aproximar dos fãs e até se jogando sobre eles. Faz ainda uma pausa na música para fazer uma arrepiante homenagem a seu grande ídolo, Michael Jackson. Para encerrar, ela agradece aos fãs e diz que continuará dando o melhor de si para entretê-los, dizendo I am… yours (Eu sou de vocês).

O DVD ainda conta com um documentário sobre toda a produção do show, desde sua concepção, escolha de repertório, figurino, cenário. E mostra uma Beyoncé não tão frágil quando a mostrada durante o show nos vídeos de bastidores. Determinada, perfeccionista e durona, ela comandou com mãos de ferro desde a escolha dos dançarinos ao tamanho do palco.

bey diva I am… World Tour, de Beyoncé

Com uma direção e edição muito competentes, ela consegue realmente entreter a platéia e os espectadores. Apesar de se notar que houve alterações nas gravações originais do áudio (o que é compreensível já que ela muitas vezes usou cenas de vários shows), o DVD consegue trazer para o conforto do sofá as emoções do show ao vivo. E Beyoncé, como sempre, arrasa.