Desculpa se te chamo de amor, de Federico Moccia
24/09/09 por Lya Quadros
Então, quem me conhece sabe que eu não sou muito fã de bestsellers ou “candidatos a”, esses livros que são lançados com estrondosas campanhas de marketing, como se fossem as melhores obras do pensamento contemporâneo, quando na verdade estão a quilômetros de distância desse lugar. Mas tudo bem, como uma aguerrida defensora da leitura como prática habitual, acho que ninguém perde nada em lê-los, no máximo deixa de usar o tempo para ler outra coisa mais interessante.
Agora vocês vão entender o porquê dessa pequena introdução. O livro em destaque hoje é “Desculpa se te chamo de amor”, de Federico Moccia, autor italiano em ascendência. Ele não chega a ser tão conhecido quanto Dan Brown ou Stephenie Meyer, mas já chegou por aqui com um certo prestígio, com direito até a busdoor que, embora não seja super atraente, como qualquer busdoor não passa despercebido às pessoas ao menos um pouco observadoras.
Fato é que eu já tinha reparado nesse busdoor algumas vezes, especialmente pelo título do livro, que de primeira me sugeriu tratar de uma nova peça de teatro. Afinal, guarda alguma semelhança com “A história de nós dois”, ou “Despertar da primavera”, outros títulos de peças em cartaz na cidade.
Mas eis que, em busca de algo para ler, numa conversa com um amigo, ele me disse que havia comprado dois livros, sendo um deles “Desculpa se te chamo de amor”. Ele me perguntou se eu queria emprestado e, na falta de outra leitura que me chamasse mais atenção no momento, disse que sim, sem grandes expectativas (Isso não chega a ser uma novidade, inicio praticamente qualquer leitura sem grandes expectativas).
Enfim, comecei a leitura, e as primeiras dez páginas não me chamaram muito a atenção. Mas persisti, porque vários livros não prendem mesmo nas primeiras páginas. E aí Alessandro começou a ficar interessante pra mim. Talvez porque a sua incapacidade de aceitar o término de uma relação sem motivo claro aproxime o personagem do universo feminino. Ou talvez porque ele pareça o ideal de homem que desejamos: aquele que busca ser o melhor na vida, tanto no plano da razão quanto no da emoção, no auge dos seus 37 anos.
E, é justo esse cara, que acaba literalmente atropelando – e sendo atropelado – por uma adolescente sem freios na língua, no corpo e na alma: Niki. Em algum momento da história, alguém a qualifica com o adjetivo “solar”. E essa me parece mesmo a melhor palavra para defini-la. Uma garota que exala a energia da juventude, e atinge Alessandro como uma onda, trazendo para o seu mundo um frescor do qual ele já não se lembrava.
Fica divertido acompanhar o envolvimento desse casal que, contra todas as diferenças, dá certo. Como se juntos eles conseguissem se encontrar num ponto médio, entre aqueles em que um e outro estão. É claro que não é assim o tempo inteiro, todo bom romance precisa de obstáculos para sobre eles se mostrar maior. E esse não foge à regra.
No mais, as tramas paralelas não se valorizam por si mesmas, cumprem apenas a sua função básica como complemento para delinear os perfis dos protagonistas, pela apresentação dos ambientes em que eles transitam e das pessoas com as quais convivem. Algumas partes da história são previsíveis, outras um pouco forçadas. Alguns diálogos soam um pouco truncados. Mas nada que chegue a comprometer.
No geral, a história flui bem, o texto é leve, atual, com algumas tiradas engraçadas e com algumas passagens eventualmente poéticas. Mas agrada especialmente por nos trazer outro amor de ficção, daqueles improváveis, que povoam sonhos desde sempre, numa versão moderninha. Vale a pena ler “Desculpa se te chamo de amor”.
Então, quem me conhece sabe que eu não sou muito fã de bestsellers ou “candidatos a”, esses livros que são lançados com estrondosas campanhas de marketing, como se fossem as melhores obras do pensamento contemporâneo, quando na verdade estão a quilômetros de distância desse lugar. Mas tudo bem, como uma aguerrida defensora da leitura como prática habitual, acho que ninguém perde nada em lê-los, no máximo deixa de usar o tempo para ler outra coisa mais interessante.Agora vocês vão entender o porquê dessa pequena introdução. O livro em destaque hoje é Desculpa se te chamo de amor, de Federico Moccia, autor italiano em ascendência. Ele não chega a ser tão conhecido quanto Dan Brown ou Stephenie Meyer, mas já chegou por aqui com um certo prestígio, com direito até a busdoor que, embora não seja super atraente, como qualquer busdoor não passa despercebido às pessoas ao menos um pouco observadoras.
Fato é que eu já tinha reparado nesse busdoor algumas vezes, especialmente pelo título do livro, que de primeira me sugeriu tratar de uma nova peça de teatro. Afinal, guarda alguma semelhança com “A história de nós dois”, ou “Despertar da primavera”, outros títulos de peças em cartaz na cidade do Rio de Janeiro.
Mas eis que, em busca de algo para ler, numa conversa com um amigo, ele me disse que havia comprado dois livros, sendo um deles “Desculpa se te chamo de amor”. Ele me perguntou se eu queria emprestado e, na falta de outra leitura que me chamasse mais atenção no momento, disse que sim, sem grandes expectativas (Isso não chega a ser uma novidade, inicio praticamente qualquer leitura sem grandes expectativas).
Enfim, comecei a leitura, e as primeiras dez páginas não me chamaram muito a atenção. Mas persisti, porque vários livros não prendem mesmo nas primeiras páginas. E aí Alessandro começou a ficar interessante pra mim. Talvez porque a sua incapacidade de aceitar o término de uma relação sem motivo claro aproxime o personagem do universo feminino. Ou talvez porque ele pareça o ideal de homem que desejamos: aquele que busca ser o melhor na vida, tanto no plano da razão quanto no da emoção, no auge dos seus 37 anos.
E, é justo esse cara, que acaba literalmente atropelando – e sendo atropelado – por uma adolescente sem freios na língua, no corpo e na alma: Niki. Em algum momento da história, alguém a qualifica com o adjetivo “solar”. E essa me parece mesmo a melhor palavra para defini-la. Uma garota que exala a energia da juventude, e atinge Alessandro como uma onda, trazendo para o seu mundo um frescor do qual ele já não se lembrava.
Fica divertido acompanhar o envolvimento desse casal que, contra todas as diferenças, dá certo. Como se juntos eles conseguissem se encontrar num ponto médio, entre aqueles em que um e outro estão. É claro que não é assim o tempo inteiro, todo bom romance precisa de obstáculos para sobre eles se mostrar maior. E esse não foge à regra.
No mais, as tramas paralelas não se valorizam por si mesmas, cumprem apenas a sua função básica como complemento para delinear os perfis dos protagonistas, pela apresentação dos ambientes em que eles transitam e das pessoas com as quais convivem. Algumas partes da história são previsíveis, outras um pouco forçadas. Alguns diálogos soam um pouco truncados. Mas nada que chegue a comprometer.
No geral, a história flui bem, o texto é leve, atual, com algumas tiradas engraçadas e com algumas passagens eventualmente poéticas. Mas agrada especialmente por nos trazer outro amor de ficção, daqueles improváveis, que povoam sonhos desde sempre, numa versão moderninha. Vale a pena ler “Desculpa se te chamo de amor”.
Federico Moccia
Editora Planeta
Preço Médio: R$ 30


Olá!!!!
Acabei de ler esse livro… Achei a tradução um pouco estranha, não sei se é como o autor escreve, mas tem hora que vc não sabe quem esta falando… sei lá meio estranho… Concordo com vc quando fala sobre o início do livro, pensei até em ir na livraria para trocar, no entanto persisti… Resultado Tô Apaixonada por essa leitura tão simples, leve e envolvente… Sou uma amante de leitura….
Adorei msm…
Bjs
Nossa tambem achei muito estranha a forma como o autor escreve, perdi o interesse no livro….
Mas se vcs dizem que ele melhora irei persistir…
Obrigada
eu estou lendo esse livro ele e bem legal só que ele nao tem nada que prenda o leitor a continuar a lendo parece aquelas historinhas da novela de adolescentes ou ate mesmo parecido com a novelinha da malhaçao da globo.
Bom eu adorei este livro parece comigo a historia, hoje eu sou casada e muito bem casadissima minha história é muito parecida, mais complicadinha um pouco mas igual nas diferenças de idade o meu marido tem 51 anos é lindissimo e eu tenho 25 aninhos, e nos completamos muito bem, agradeço por te chamar de meu amor rrsrsrsrste amo morzinho.
Nossa é incrivel mais tive a mesma impressão. Quando vi a sinope do Livro em site de compras, achei muito interessante e resolvi pedir de amigo secreto, e eis que tive uma grata e maravilhosa supresa apos a 10 pagina. Que historia envolvente e interessante.
Ja baixei o filme e por incrivel que pareça está bem fiel ao livro.
Em Portugues o filme se chama Historia de Amor.
muito bom ..envolvente. O autor realmente soube colocar tudo junto, fiquei preso ate o final do livro. espero a continuaçao.
abçs a todos
Ainda não terminei de lê, mas estou amandoooooooooooooooo, e não vejo a hora de chegar na última página, é vicioso ;DD
Na realidade li o livro e me apaixonei, fui atrás do filme e achei bem fiel ao livro. Faltam informações claro, mas não ouve mudança na história e os atores são apaixonantes realmente!
Andrea na realidade, no Brasil o filme se chama “Lição de Amor”.
Estreiou na italia o segundo filme, da continuação, estou triste porque não encontro a tradução do livro e muito menos o filme.
Alguém tem noticias?
alguem tem o filme? onde posso conseguir… adorei este livro, devorei todas as paginas…
Luciano e Mariana, eu tenho o filme, o ultimo tambem lançado em fevereiro, se quiser eu envio para voce. Abraços
Nossa, vi a sinopse e fiquei muito enteressada, mais ainda tinha minhas duvidas, mais depois de ler esses comentarios, já me decide e vou comprar o livro o mais rapido possivel, Vlw gente , beijoooo’s
Bom dia Lya, li seu post sobre “desculpa se te chamo de amor” e confesso que fiquei mto interessada em ler esse livro desde q o vi num mercado….vou começar a ler, e tomara q seja bom mesmo…adoro esses livros de romance rs..Beijo, até mais ;*
Então, ganhei de natal esse livro…e fui eu q escolhi, pq tinha lido sobre o livro…no começo,eu achei péssimo…um livro bobinho, contando a história das amiguinahas…abalabala…mas pensei, vou ler mais um pouco e estpu totalmente envolvida com o livro, incrivel! O Alex, é a melhor parte do livro, e com a niki…a situação se completa…ainda n acabei, estou no final. Mas n é o tipo de livro, q eu já sei o final…é cada dia uma surpresa!