
No ano de 2009, não houve um lugar em que Lady Gaga não estivesse. Todo o dia sai algo sobre a nova sensação do pop e essa que vos fala aqui foi tomada pelo furação Gaga – e o fez de bom grado – e quando começou a pipocar por todo o Twitter na noite de domingo links com o novo cd de Lady Gaga, eu logo baixei para conferir o tão esperado The Fame Monster.
Das oito faixas do cd, eu já conhecia quatro que vazaram ao longo desses meses, sendo elas: Bad Romance, Alejandro, Dance in the Dark e Telephone, esta última uma parceria com Beyoncé, que, aliás, não parou por aí: Gaga participa de uma música de Beyoncé também, Videophone.
E para você que ainda não ouviu todo o cd, ou até mesmo para os que já ouviram, decidi fazer um review, música por música, dividindo as minhas impressões sobre o novo trabalho de Lady Gaga, e espero que vocês também dividam as suas ok?
Bad Romance: o disco se inicia com a música que promete ser “A” música do momento, com um clipe épico e com um refrão viciante. Bad Romance mostra para que Lady Gaga veio com o seu Monster – com muito pop, letras bem escritas e polêmicas, refrões viciantes, ou seja, boa música, principalmente para as pistas.
Alejandro: é a música que segue com uma introdução que lembra distantemente um tango e com Gaga falando ao fundo com um sotaque pseudo-hispânico, e a música começa com uma pegada mais lenta, mas com uma batida bem pop. Ao longo da música ela cita outros nomes latinos como Fernando (oi, ABBA?) e Roberto, e passa uma vibe de amante latino, mas sem cair na piração de flamenco e essas coisas. A música é pop, é voltada pro mercado latino (será?) e tem um refrão chiclete que você cantarola por aí, ou seja, o máximo!
Monster: para a mim a música mais apagada do cd. É uma boa música pop, mas comparada ao cd inteiro ela não se sobressai. Nela Gaga fala de um menino que ela não sabe de onde o conhece, e que talvez ela possa ter até transado! Mas apesar de ser mais apagadinha, ainda sim tem o refrão chiclete, e pode ficar na cabeça fácil, fácil.
Speechless: é a balada do cd, que tem uma introdução em que mostra toda a sua dramaticidade. É aquela música de sofrer a fossa, de curtir um drama sabe? Acompanhada por uma bateria suave e por seu piano, dá pra imaginar Gaga cantando essa música do lado de seu piano branco (influência do Elton John?). Emocionante, apesar de nos dar vontde de chorar ao escutá-la, é aquela pra por no playlist de dias chuvosos! Vale notar a guitarra e o backing vocal arrasando, lembrando de longe uma balada de Christina Aguilera, mas bem lá no fundo viu?
Dance In The Dark: é a minha favorita do cd! Quando vazou, logo que ouvi pensei: essa é para ouvir de olho fechado no meio da pista, se emocionando mesmo! Tem uma letra forte, de uma menina reprimida e que acha na pista de dança, na música, uma maneira de se libertar, e que diferente das meninas fúteis e sem auto-estima, na pista pode se encontrar, mesmo que dançando no escuro! Resumindo a ideia da música em uma frase da mesma: “Find your freedom in the music, find your Jesus, find your Kubrick”. E claro com um refrão viciante e cheio de referências pops.
Telephone: uma das músicas mais esperadas, ainda mais por causa da já citada parceria com Beyoncé. A música é muito bem feita e a ideia é Lady Gaga falando ao telefone, com efeitos da voz falhando, ou até mesmo do celular vibrando, o que deixa a música maravilhosa. Além disso, a música é feita para as pistas, com um ritmo contagiante, refrão ótimo para cantar junto e a participação de Beyoncé dando o toque me dá a certeza que Telephone vai bombar nas pistas e disso eu não tenho duvidas! E quem sabe agora você desista de ficar no telefone fazendo carão na balada hein?
So Happy I Could Die: penúltima música do disco, começa com um ritmo um pouco destoando das outras músicas do cd, mas logo percebemos que a música é um pouco mais suave, com uma sensação de curtir a vida, como se pudéssemos ver Lady Gaga em slow motion em uma balada, com seus amigos e uma taça de vinho tinto tendo o melhor momento da sua vida. E na posição que Lady Gaga se encontra neste momento, dominando todas as paradas do mundo, isso não é muito difícil de acreditar, né?
Teeth: terminando com chave de ouro as músicas inéditas de The Fame Monster, a música é uma boa mostra do que a cantora quis passar com seu novo cd – ousadia, bons refrões, música pop de qualidade, mas sem cair no mesmo. Em Teeth, Lady Gaga traz um pouco daquelas pregações de igrejas protestantes, onde o pregador diz frases de incentivo e o coral responde empolgado, mas aqui no caso é uma pregação pop, cheia de sensualidade, claro!
Em resumo, The Fame Monster mostra que Lady Gaga é uma artista que cresceu, não se estagnou (e alguém acreditou que ela ficaria estagnada?), se aprofundou nos seus próprios pontos positivos, tudo com uma visão bem clara do que quer como legado, reciclando, revirando o mundo pop de cabeça pra baixo, com inteligência, competência e arte.



Gosto de Lady Gaga, mas ela numca vai ficar no lugar da rainha do pop MADONNA.
Amo todas as músicas de Lady,BEIJOS.
Querida Layane é claro que Madonna tem muitos anos de carreira, mas a Gaga vai ser a dona do trono do reinado Madonna , Madonna em breve aposenta, e Gaga que nao tem 1 ano de carreira direito chegou pra tombar com Brtiney ,Aquilera ,Beyonce ,Hianna e cia que estao muitos anos querendo tomar o lugar Madonna
eu acho que ninguém vai tomar o lugar de ninguém,todas elas tem suas fãs não adianta querer discutir isso,todas elas são clamurosas!
gaga feshion
gaga inusitvel
gga love
Bom, concordo com Raphael Avelar!
Gaga fez em menos de um ano o que muitas estão tentando fazer!
e infelizmente tudo é assim, um toma o lugar do outro, apesar que acho Gaga melhor que Madonna! olha só a Gaga ja ganho até do Michael, e quem é melhor que Michael Jackson? NINGUEM!