Amor à Distância, de Nanette Burstein



amor distancia Amor à Distância, de Nanette Burstein

Erin (Drew Barrymore) é uma jovem bem humorada,  estudante de jornalismo que passa suas férias em  Nova York como estagiária de um jornal. Garrett (Justin Long) trabalha como agente de bandas em uma empresa que promove novos talentos. Garrett termina um relacionamento e sai pra se consolar com os amigos em um bar e é ali que conhece Erin.  O que era pra ser apenas uma saída de uma noite se transforma em um amor de verão. Mas quando chega a hora de Erin  voltar para casa (São Francisco) , ambos percebem que o que existe entre eles não é apenas passageiro e ambos  se vêem em frente a um novo dilema: como manter um relacionamento a distância?

A partir daí a história se desenrola com todos os problemas que se é enfrentado quando se tem um relacionamento a distância: saudades, ciúmes, desconfiança e de como manter a fidelidade e a vontade de estar junto. Como controlar os instintos sexuais: sexo por telefone????? , telefonemas em  fuso horários diferentes, mensagens de texto…

É quando o filme trata da parte da falta de sexo que o namoro a distância trás, que a história fica mais hilária. Mas faz isso sem cair no vulgar, já que falando em linguagem clara, mostra a situação real e aqueles bilhões de conselhos que se recebe dos melhores amigos sobre  o assunto.

É legal ver o nevosismo de Garrett quando vai visitar Erin em São Francisco,
suas encanações com seu corpo, principalmente a barriguinha. Pensamos que isso é só coisa de mulher não é mesmo? E a preocupação com seu corpo todo branco, resolvendo passar uma sessão de bronzeamento artificial que rende uma cena hilária?

O filme tem alguns clichês de todas comédias românticas, mas tem um enredo inteligente e bem escrito, que não faz com que fique previsível. Assim, não sabemos que rumo seus personagens vão tomar e se o sempre felizes para sempre realmente acontecerá no final do filme.

Quem for assistir o filme, não espere romance água com açúcar, já que a história não arranca suspiros, afinal o protagonista masculino não é modelo que esperamos de príncipe encantado. Mas as risadas são garantidas sim!!! Diria que o filme está mais para comédia do que para romance!

Por Fabiana Marchioro, do Chegando nos Trinta

 
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