“Você é completamente pirado. Mas, vou te contar um segredo. As melhores pessoas são assim…”
De Alice para o Chapeleiro Maluco
Alice no País das Maravilhas e Tim Burton. Essa combinação não tinha como dar errado, mas restava saber o quão certo ela daria. Devo dizer que foi muito mais do que eu imaginei e minhas expectativas eram altas.
É impossivel não fazer comparação com Avatar, o grande filme 3D de James Cameron. Enquanto que em Avatar o filme servia à tecnologia, em Alice ocorreu o contrario. Mesmo sem o 3D, Alice no País das Maravilhas ainda seria um filme incrivel.
O roteiro do filme saiu do lugar comum e em vez de contar a historia da menina de 10 anos que esta conhecendo o País das Maravilhas, conta a historia de Alice, com 19 anos, retornando ao País das Maravilhas, que enfrenta a pressão social para que se case e deixe de ser tão louca e distraída.
O filme consegue ser lindo e encantador em inumeros sentidos. No visual fantasioso, colorido e que, graças ao 3D, se tornou mais real do que o mundo do qual Alice está fugindo, nas pequenas lições que se encontram nas falas dos personagens, no modo como é mostrado o rito de passagem da infância para vida adulta ao se derrotar o Jabberwocky.
O elenco é maravilhoso. Johnny Depp trouxe alguns traços do Willy Wonka e de Edward Mãos de Tesoura, porém sem tornar o Chapeleiro Maluco uma releitura de seus trabalhos anteriores. E por mais que Johnny Depp seja o maior nome do elenco, as personagens e atrizes brilharam mais! Helena Bonham Carter é perfeita como a Rainha Vermelha; Anne Hathaway trouxe um delicadesa natural à Rainha Branca; e, a minha surpresa foi a atriz Mia Wasikowska, que apesar de ser pouco conhecida (já trabalhou na serie In treatment da HBO e ganhou um prêmio AFI na categoria Young Actor) mostrou uma Alice verdadeira, meiga, louca, que dá vontade de pegar e levar para casa.
O figurino e a maquiagem são casos à parte, impecáveis com referencias que vão da Era Vitoriana, passando por Joana d’Arc e chegando à bruxa da culinaria inglesa Nigella.
Alice no País das Maravilhas é provavelmente o melhor filme do ano, daqueles que merece ser visto e revisto até quase a exaustão e, se possível, em 3D.
Por Camila Cerdeira, do Blog NaTV



Opa, Alice foi um show, valeu ficar 2 horas na fila, com crianças de 10 anos falando de bandas emos
Primeira critica positiva que estou lendo sobre o filme. Estou em cima do muro em ir ou não ir assistir. Muitos falam mal e, como a coisa não anda bem pro meu bolso… rs… Pensei em deixar pra ver outros que possivelmente valesse a pena.
Claro, Sempre optei por não ouvir a critica, seja ela positiva ou não, mas sim ter a minha opinião, formar ela com base no meu gosto e para eu mesmo.
Mas alice foi dificil, eram muitas criticas, eram bombadeios de todos os lados. Talvez as pessoas foram esperando encontrar uma alice com 10 anos ainda… mas claro, devem ter se decepcionado e por isso tamanhos bombadeios.
Pós ler isso, prefiro ir formar minha opinião, enfim… ir assistir.
abraços.
O filme em si é muito bom! Só senti falta de uma trilha sonora melhor…
Vi o filme só hoje após muito atraso e gostei bastante.
O visual fantasioso cativa bem, mas o que me chamou mais atenção foram os atores que mesmo num cenário “verde”, por conta dos efeitos, conseguiram dar conta do recado, e assino embaixo sobre o que você falou sobre cada um deles.
É impressionante, como o Johnny Depp faz tipos excêntricos tão bem!